Técnicas de histerectomia

Histerectomia pode ser realizada de diferentes maneiras. A mais antiga técnica conhecida é incission abdominal. Posteriormente, as técnicas vaginal (realizar a histerectomia através do canal vaginal) e mais tarde laparoscópica vaginal (com instrumentos adicionais inserido através de um pequeno buraco, muitas vezes perto do umbigo) foram desenvolvidos.

A maioria das histerectomias nos Estados Unidos são feitas através de laparotomia (incission abdominal, não deve ser confundido com laparoscopia). A incisão transversa (Pfannenstiel) é feita através da parede abdominal, normalmente acima do osso púbico, tão perto da linha do cabelo superior da baixa da bacia do indivíduo quanto possível, semelhante à incisão feita para uma cesariana. Esta técnica permite que os médicos o maior acesso às estruturas reprodutivas e é normalmente feito para a remoção de todo o complexo reprodutivo. O tempo de recuperação para uma histerectomia aberto é de 4-6 semanas e às vezes mais, devido à necessidade de cortar através da parede abdominal. Historicamente, o maior problema com essa técnica foram infecções, mas este aspecto é de pouca relevância a partir de hoje. Uma histerectomia aberta fornece a maneira mais eficaz para explorar a cavidade abdominal e realizar cirurgias complicadas. Antes do refinamento das técnicas vaginal e laparoscópica vaginal foi também a única possibilidade de alcançar a histerectomia subtotal, enquanto isso qualquer uma das técnicas podem ser usadas para histerectomia subtotal.

Histerectomia vaginal é realizado inteiramente através do canal vaginal e tem claras vantagens sobre a cirurgia abdominal, tais como menos complicações, menor tempo de internação e menor tempo de cura. Histerectomia abdominal, o método mais comum, é usado em casos como após o parto cesariana, quando a indicação é o câncer, quando as complicações são esperadas ou exploração cirúrgica é necessária.

Com o desenvolvimento das técnicas laparoscópicas no 1970-1980, o "histerectomia laparoscópica assistida vaginal" (HVAL) ganhou grande popularidade entre os ginecologistas porque, em comparação com o procedimento abdominal é menos invasivo ea recuperação pós-operatória é muito mais rápido. Ele também permite uma melhor exploração e cirurgias pouco mais complicado, então o procedimento vaginal. HVAL começa com laparoscopia e é completado de tal forma que a retirada final do útero (com ou sem remoção dos ovários) é através do canal vaginal. Assim, HVAL é também uma histerectomia total, colo do útero deve ser removido com o útero.

O "histerectomia laparoscópica assistida supracervical" (LASH) mais tarde foi desenvolvido para remover o útero, sem retirar o colo do útero através de um morcellator que corta o útero em partes pequenas que podem ser removidos da cavidade abdominal através de laparoscopia.

Histerectomia laparoscópica total (TLH) é realizada exclusivamente através do laparoscopes no abdômen, começando no topo do útero. Todo o útero está desconectado de seus anexos usando instrumentos de longo fino através da "portas". Em seguida, todo o tecido a ser removido é passada através de pequenas incisões abdominais.

Supracervical (subtotal) histerectomia laparoscópica (HSL) é realizada da mesma forma como a cirurgia laparoscópica, mas o total de útero é amputada entre o colo do útero e fundo.

"Histerectomia Robotic" é uma variante da cirurgia laparoscópica utilizando instrumentos especiais controlado remotamente que permitem o controle mais preciso cirurgião, bem como visão tridimensional ampliada.

Comparação das técnicas

A técnica abdominal é muitas vezes aplicada em circunstâncias difíceis ou quando as complicações são esperadas. Dada esta circunstância a taxa de complicações e tempo necessário para a cirurgia compara muito favoravelmente com outras técnicas, porém o tempo necessário para a cura é muito maior.

Histerectomia vaginal mostrou-se superior ao HVAL e alguns tipos de cirurgia laparoscópica (dados suficientes não estava disponível para todos os tipos de cirurgia laparoscópica), causando menos complicações a curto e longo prazo, o efeito mais favorável sobre a experiência sexual com menor tempo de recuperação e menos custos. Contudo, não é possível ou muito difícil de realizar algumas cirurgias mais complicadas usando esta técnica.

Uma recente revisão Cochrane recomenda histerectomia vaginal sobre outras variantes, sempre que possível. No entanto, o estudo não mencionou a histerectomia robótico. A cirurgia laparoscópica oferece certas vantagens quando a cirurgia vaginal não é possível, mas também tem a desvantagem de tempo significativamente mais necessário para a cirurgia.

Na comparação direta de técnicas abdominal (laparotomia) e laparoscópica cirurgia laparoscópica causa maior tempo de operação e consideravelmente mais elevada de complicações maiores, oferecendo a cura muito mais rápido.

Histerectomia vaginal é a única opção disponível que é viável sem anestesia total ou em regime ambulatorial (embora até agora recomendado apenas em casos excepcionais).

Tempo necessário para a conclusão da cirurgia no julgamento EVAL é relatado da seguinte forma:

  • abdominal 55,2 minutos média gama, 19-155
  • vaginal 46,6 minutos média gama, 14-168
  • Laproscopic (todas as variantes) 82,5 minutos média gama, 10-325 (dados combinados de ambos os braços do julgamento)

Úteros multifibroid grande e histerectomia subtotal fez anteriormente requerem incisão abdominal, mas

com o uso de no morcellation situ podem ser, por vezes, também realizada utilizando técnicas laparoscópicas ou vaginal. Mesmo impactado mioma uterino com aderências graves, oblitered cul-de-sac e sem movimento algum no exame pélvico pode ser removido por laparoscopia por experientes cirurgiões laparoscópicos.

Não-histerectomia laparoscópica robótica tem uma maior probabilidade de uma exigindo uma grande incisão e conversão para abrir técnica de que a histerectomia robótico. Além disso a perda de sangue e tempo de internação foi menor quando se utiliza técnica de robótica, quando comparados aos não-robótica histerectomia laparoscópica.

As outras técnicas não são longas o suficiente em uso para permitir uma avaliação geral, parece que a histerectomia laparoscópica subtotal (LSH) é uma técnica promissora.

Leitura complementar


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Last Updated: Feb 1, 2011

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