Um estudo novo do
UCLA mostra que o tempo do ` importa' ao tratar infecções fungosas nos neonates e que um tratamento mais adiantado pode significar a diferença entre a vida e a morte.
Os resultados, sendo apresentado o 1º de maio reunião anual nas Sociedades Académicos Pediatras' em San Francisco, Califórnia, concluíram que quando as taxas de mortalidade nos neonates eram comparáveis apesar do lugar da infecção, a probabilidade da morte aumentada com cada dia lá era um atraso em começar a terapia antifungosa após a primeira cultura positiva.
“As infecções Fungosas são uma ameaça emergente da saúde nos neonates e mais pesquisa é necessário aprender como tratá-los eficazmente. Tradicional, desde que as infecções fungosas são consideradas ` lento,' o protocolo padrão foi esperar os resultados do laboratório antes de começar o tratamento,” Dr. explicado Urze Cahan, Companheiro do neonatology no Hospital de Crianças do Mattel do UCLA. “Há já uma associação conhecida entre o atraso de começar o tratamento e a mortalidade antifungosos nos adultos. Nós quisemos investigar quanto tempo os médicos estão esperando para começar a terapia nos neonates, e se afecta adversamente o resultado do bebê.”
Os pesquisadores do UCLA conduziram um estudo retrospectivo de infecções fungosas invasoras neonatal em uma única unidade de cuidados intensivos neonatal desde 1998 até 2002. Examinaram as histórias de 68 pacientes com 77 episódios da sepsia clínica em que um micróbio patogénico fungoso foi isolado do sangue, da urina, de fluidos em torno do abdômen ou dos pulmões, ou da câmara de ar de respiração. A taxa de mortalidade total era 34 por cento.