Os cientistas da Universidade permanecerão sobrecarregados com o trabalho administrativo apesar das mudanças propor ao método de avaliar a qualidade da pesquisa que se realizam, de acordo com um relatório publicado hoje (19 de maio de 2004) pela
Sociedade Real.
Em sua submissão a um inquérito no Exercício da Avaliação de Pesquisa (RAE) pelo Comitê da Ciência e da Tecnologia da Casa dos Comuns, a Sociedade Real suporta planos novos para rever cada seis anos a qualidade da pesquisa em cada universidade. Mas a Sociedade adverte que o processo da avaliação deve mais ser simplificado após o RAE seguinte em 2008.
O Senhor Maio de Oxford, Presidente da Sociedade Real, disse: “Enquanto o Governo deve esclarecer o dinheiro público investido na investigação científica, os pesquisadores devem ser permitidos centrar-se sobre a empurrão para trás das fronteiras do conhecimento, um pouco do que enchendo-se nas resmas de documento. O regime novo para avaliar a qualidade da pesquisa tem sido melhorado em 2008, mas o sistema deverá ser simplificado mais para parar cargas administrativas impropriamente ingratos de reprimir a faculdade criadora de nossos pesquisadores. Se Não os departamentos universitários não serão dirigidos apenas por administradores, eles serão passados por eles.”
A publicação da submissão da Sociedade coincide com a aparência hoje (19 de maio de 2004) do Presidente da Sociedade Real, Senhor Maio de Oxford, na frente do Comitê para dar a evidência oral ao inquérito.
A Sociedade igualmente dá boas-vindas a movimentos pelos Conselhos do Financiamento do Ensino Superior produzir perfis da pesquisa para cada departamento universitário no RAE, para reduzir o ` quejoga' por universidades em resposta à competição para as categorias que determinam o financiamento da pesquisa.
Mas a Sociedade adverte que os 2008 RAE ainda não avaliarão correctamente áreas da pesquisa multidisciplinar que cobre mais de uma sujeita, e das colaborações por pesquisadores na mais de uma instituição.
A Sociedade igualmente endossa movimentos incluir mais povos do comércio, da indústria e do serviço público nos painéis que avaliam a qualidade da pesquisa da universidade, para assegurar-se de que o valor de trabalho aplicado esteja reconhecido inteiramente.
O regime novo deve igualmente diminuir o incentivo para que as universidades empreguem o pessoal que pode imediatamente contribuir às contagens de RAE, e reduz as desvantagens percebidas de empregar os pesquisadores que trabalham meio expediente ou que tiveram rupturas de carreira.
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