Dos achados novos as mulheres Afro-Americanos de um estudo derivam as reduções similares do risco de cancro da mama associadas com os nascimentos múltiplos e a amamentação como as mulheres brancas, mas esse as tendências recentes podem conduzir a um risco de aumentação. O estudo aparece 7 de junho de 2004 na edição em linha do CANCRO, um jornal par-revisto da Sociedade contra o Cancro Americana. O estudo completo estará disponível através de Wiley InterScience, e aparecerá na edição da cópia do 15 de julho de 2004.
Os efeitos protectores de factores reprodutivos contra o cancro da mama foram bem documentados nas populações brancas. Poucos estudos investigaram se estes mesmos factores podem ser aplicados a outras raças. As mulheres Totais, Afro-Americanos têm uns mais baixos riscos de cancro da mama. Os dados Existentes opor sobre se protecção confer similar da paridade e do fluxo de leite nos Afro-Americanos e nos brancos.
Conduzido pelo Dr. Giske Ursin da Faculdade de Medicina de Keck da Universidade da Califórnia do Sul em pesquisadores de Los Angeles comparou os efeitos da paridade e a amamentação no risco de cancro da mama entre as mulheres brancas e Afro-Americanos envelheceu 35 a 64 anos velho no Instituto de Saúdes Infanteis Nacional e o Contraceptivo e as Experiências Reprodutivas das Mulheres da Revelação (CARE) estudam.