Em Oxfordshire, Inglaterra, pela primeira vez em qualquer lugar no mundo, há uma evidência segura de uma queda na incidência e na severidade do curso nos últimos anos, os pesquisadores da Universidade de Oxford relatados em The Lancet esta semana.
Executando um estudo detalhado de todos os aspectos do curso em Oxfordshire durante 2002-2004, o Dr. Peter Rothwell e seus colegas no Departamento de Oxford da Neurologia Clínica puderam comparar a incidência e a severidade do curso com a aquela em um estudo similar executado em Oxford no princípio dos anos 80. Mostraram que a incidência e a severidade do curso caíram substancialmente.
A queda é apesar de um aumento principal na idade da população: 33 por cento que mais povos são envelhecidos sobre 75 agora do que no princípio dos anos 80. Dado ràpida a população de envelhecimento no REINO UNIDO, a expectativa foi que a carga do curso, que tendem a ocorrer na Idade Média atrasada e nas pessoas idosas, aumentará dramàtica - o que a Organização Mundial de Saúde chamou “uma epidemia de aparecimento”. Estes resultados oferecem uma probabilidade mais optimista.
O estudo igualmente mostrou que a mudança na incidência do curso estêve associada com os aumentos principais na prescrição da medicamentação preventiva por GPs, e melhorias substanciais no controle dos factores de risco. Houve uma incerteza sobre a extensão a que a redução da pressão sanguínea, o colesterol que abaixam, e as drogas antiplatelet, que foram mostradas para impedir o curso nos ensaios clínicos, podem reduzir a carga do curso na população geral, mas este estudo sugere que seu impacto seja considerável.