Os cientistas de Yale, trabalhando com a mosca de fruto como um modelo, descobriram como os odores são codificados pelo sistema olfactivo nas mensagens complexas que são enviadas ao cérebro.
O estudo, publicado na introdução do 25 de junho da Pilha, fornece a introspecção nova em como os animais detectam e distinguem odores, um processo que seja essencial a identificar o alimento, os companheiros e os predadores.
O Aluno diplomado Elissa Hallem e seu conselheiro John Carlson, professor no Departamento da Biologia Molecular, Celular e Desenvolvente na Universidade de Yale, testaram sistematicamente as proteínas de receptor do odor na antena da mosca de fruto e gravaram que odores detecta.
Os narizes dos seres humanos e das antenas dos insectos contêm muitas proteínas de receptor do odor, mas previamente não se soube como a coleção inteira dos receptors actua junto para codificar a informação olfactivo.
Cada antena da mosca de fruto tem 32 receptors do odorante, e Hallem e Carlson usaram uma mosca de fruto do mutante para determinar suas sensibilidades individuais do odor. A antena de sua mosca de fruto do mutante tem “esvaziar” a pilha de nervo, ou o neurônio, que perdeu seu receptor original do odor e não responde a nenhuns odores.
Usando a genética, Hallem e Carlson criaram uma série de mutante voam, cada um com um receptor diferente do odor da mosca de fruto no neurônio previamente vazio. Testaram então o neurônio projetado em cada mosca para a sensibilidade do odor do receptor.