Entre prosperidade global inaudita, os pobres do mundo eram mais vulneráveis agora do que nunca, os participantes no debate de nível elevado da sessão 2004 do Conselho Econômico e Social foram ditos hoje.
Os 43 oradores reuniões em duas hoje -- na mobilização dos recursos e em um ambiente de possibilidade para a erradicação de pobreza -- reconhecido que a responsabilidade preliminar para a revelação nos países menos desenvolvidos (LDCs) descansou com aquelas nações elas mesmas. Ao mesmo tempo, diversos oradores, eles mesmos na lista de 50 países os mais pobres, preconizaram um apoio internacional mais concreto e mais substancial de seus esforços ajudar a afrouxar o aperto da pobreza e da revelação de moedura.
O representante de Bangladesh expressou a esperança fervente que o Programa de Acção para os Países Menos Desenvolvidos para a Década 2001-2010, conhecidos como o Programa de Bruxelas, não encontraria o mesmo destino que os dois programas relativos que o tinham precedido. Bangladesh tinha progredido desde Bruxelas, mas a ausência das instituições apropriadas administrativas, de comércio e da revelação forçou as iniciativas de muitas nações menos desenvolvidos para melhorar seu lote.
Em nome do Grupo Africano, cujos os Estados-membros compreenderam a maioria dos LDCs, o representante de Burkina Faso chamou para um nivelamento do campo de acção econômico, sem que, seria difícil, se não impossível, para alcançar os alvos de revelação internacional concordados. Desde Bruxelas, os países menos desenvolvidos Africanos tinham empreendido a reforma significativa de seus ambientes econômicos, resultando uns regimes de comércio mais abertos. Contudo, o crescimento tinha continuado a espiralar para baixo. Tocando em associado problema de recurso deficiência, dependência da dívida e da mercadoria, disse que era hora de adotar um detalhado, um pouco do que a existência aos poucos, aproximação aos LDCs.
Para os países pobres pesadamente endividados, o representante da Zâmbia apelou para uma saída rápida e sustentável da crise do débito. Os esforços Sérios eram feitos em seu país, incluindo um alargamento da base fiscal, mas a mobilização bem sucedida de recursos domésticos foi em conjunto com crescimento econômico. A Zâmbia teve áreas visadas da agricultura, da fabricação, do turismo e da mineração como colunas para o crescimento e a redução de pobreza. Quando veio trocar, contudo, os LDCs apreciaram algum tratamento preferencial, mas ainda enfrentaram limitações sérias.