Um protocolo novo para transplantações da medula, que não exija a destruição do sistema imunitário do receptor antes de transferência da medula nova, é descrito por um grupo de cientistas de Oxford no 6a da introdução de Julho das Continuações da Academia Nacional das Ciências dos Estados Unidos da América 1.
Além Disso, Luis Graça, Alain Le Moine, Herman Waldmann e os colegas da Universidade de Oxford, REINO UNIDO igualmente encontraram aquele transplantação que de seguimento da medula é possível transplantar com sucesso outros órgãos do mesmo doador, incluindo a pele, o órgão o mais difícil a ser transplantado com sucesso, este receptor agora híbrido/quiméricoe da medula.
Estas são descobertas extremamente importantes em um mundo onde o número de transplantações humanas do tecido seja no aumento e seja muitas vezes um a único oportunidade devido à falta dos órgãos. Em Europa por exemplo, as centenas de milhares de transplantações do tecido forem executadas todos os anos, quando somente em 1999 tanto como como 750 000 povos nos Estados Unidos da América receberam o tecido humano, o dobro de em 1990.
A equipe de Graça, de Le Moine e de Waldmann tem trabalhado com ratos por um número de anos para encontrar protocolos alternativos para umas transplantações mais seguras e mais eficazes do órgão. Porque o sistema imunitário evoluiu para reagir contra todo o intruso estrangeiro ao permanecer não-responsivo contra seu próprio corpo, os órgãos de outros indivíduos são considerados como estrangeiros e tão potencialmente perigosos que conduz a sua destruição rápida pelo sistema imunitário, o mecanismo de defesa do corpo. Isto cria problemas graves na transplantação clínica e até aqui somente o uso de drogas immunosuppressive fortes permite o sucesso relativo da transplantação. Isto contudo não é ideal, não somente porque a rejeção ocorre freqüentemente mas também porque estas drogas comprometem o sistema imunitário inteiro que faz indivíduos muito mais suscetíveis à infecção ou ao cancro
Graça, Le Moine e os colegas trabalham em um modelo alternativo da tolerância baseado no uso dos anticorpos contra diversas proteínas encontradas nas pilhas envolvidas na rejeção do órgão. Embora a ideia dos anticorpos não fosse nova, estas foram usadas na maior parte para suprimir de todas a população das pilhas envolvidas no processo da rejeção do enxerto. Isto tem a desvantagem da criação “fura” no sistema imunitário e, como as terapias immunosuppressive amplamente utilizadas na transplantação, aumenta a susceptibilidade da doença do receptor/anfitrião.
O Que é interessante sobre o trabalho dos cientistas do Oxford é que seus anticorpos não parecem matar as pilhas de anfitrião envolvidas na rejeção mas pelo contrário aparentemente no re-programa do órgão estas pilhas que tornam os tolerantes ao órgão estrangeiro ao deixar o sistema imunitário restante intacto e plenamente operacional. É esta especificidade do tratamento, a capacidade somente de fazer tolerante as pilhas específicas para o órgão estrangeiro ao manter o sistema imunitário restante não danificado, que faz Graça, Le Moine e colegas' trabalhar assim a excitação.
Contudo, não é ainda claro o que o mecanismo é atrás desta tolerância órgão-específica e este criou problemas à revelação de terapias humanas. No trabalho publicado agora, Graça, Le Moine e os colegas investigam reivindicações que as pilhas de CD4+CD25+ TCR+, um grupo de pilhas do sistema imunitário chamado esta maneira porque expressam em sua membrana celular as três proteínas: CD4, CD25 e TCR, são capazes de regular as peças específicas do sistema imunitário sem afetar as pilhas imunes restantes e puderam ser as pilhas responsáveis para induzir o tipo de tolerância da transplantação de órgão observada após terapia do anticorpo de Graça e de Le Moine.
Infelizmente, os resultados pela equipe dos cientistas não apoiam a hipótese. Não Obstante, este é ainda um resultado muito importante porque desafia indubitàvelmente o largo para espalhar a suposição que estas pilhas são reguladores principais de respostas imunes.