Medicare poderia eliminar a diferença da cobertura em seu benefício do medicamento de venta com receita se pagou os preços farmacêuticos comparáveis àqueles pagos por cidadãos de Canadá, do Reino Unido e de França, de acordo com um relatório por pesquisadores da Escola de Johns Hopkins Bloomberg da Saúde Pública e da Universidade Estadual de Pensilvânia.
Em seu relatório, os autores propor que a quantidade paga por drogas em Canadá, no Reino Unido e em França seja uma marca de nível internacional razoável para preços farmacêuticos nos Estados Unidos e seja similar ao nível de disconto do preço necessário eliminar da “o furo assim chamado filhós” na diferença da cobertura e manter ainda a despesa de Medicare a mesmo nível. Contudo, o impacto potencial de preços de manipulação da droga nos E.U. poderia diminuir os fundos que as empresas farmacêuticas investem na investigação e desenvolvimento, que pode limitar o número de drogas novas introduzidas no mercado. O estudo, da “os Furos Filhós e os Controlos de Preços,” são um exclusive da Web dos Casos da Saúde do 21 de julho.
O artigo completo está disponível, gratuitamente, em http://content.healthaffairs.org/cgi/content/abstract/hlthaff.w4.396.
O Acto do Medicamento de Venta com Receita, da Melhoria e da Modernização de Medicare de 2003 não paga por uma porcentagem contas da prescrição dos participantes' se totalizam $2.250 a $5.100. Esta diferença na cobertura é sabida frequentemente como o furo da filhós. O furo da filhós, de acordo com os pesquisadores, foi projectado guardarar a despesa da droga de Medicare abaixo de $400 bilhões durante um período de 10 anos.
O Autor principal, Gerard Anderson, PhD, um professor no Departamento da Política Sanitária e da Gestão Na Escola de Johns Hopkins Bloomberg da Saúde Pública, disse, o “Congresso terá que fazer uma escolha. Há o potencial para que os séniores tenham o acesso substancialmente melhor aos fármacos, se os preços da droga são abaixados. Contudo, as trocas poderiam ser que menos drogas novas estariam introduzidas no mercado porque as empresas farmacêuticas não poderiam ter recursos para tanta pesquisa biomedicável.”