Published on August 5, 2004 at 6:07 AM
Um estudo por antropólogos biológicos na Universidade de Kent revelou essas mulheres contemporâneas, Britânicas que acreditaram que tiveram um Time to Live mais longo, eram mais prováveis dar o nascimento a um filho do que as mulheres que pensaram que morreriam mais cedo.
De acordo com o Dr. Sarah Johns, que conduziu a pesquisa, isto pode ser porque exige mais esforço para estar grávido com, para dar o nascimento a, e para aumentar um filho para a idade adulta.
O estudo, que é publicado hoje na Biologia do jornal Rotula, sugere que a relação de sexo mesmo em um ajuste relativamente afluente, Ocidental possa ser influenciada por como uma mulher vê seus saúde e ambiente futuros. Uns estudos Mais Adiantados mostraram que as matrizes deficientemente nutridas eram mais prováveis dar o nascimento às meninas, mas esta era uma relação que fosse estabelecida somente em países em vias de desenvolvimento.
Os resultados são um resultado de uma avaliação das mulheres Britânicas que tiveram matrizes recentemente tornadas. Mais 600 mulheres em Gloucestershire foram pedidas a que idade esperaram viver. Os resultados indicam que a percepção do pessoa de seu bem estar futuro influencia a proporção de sexos na população.
O trabalho foi financiado pelo Esquema de Concessões de ORS, a Universidade de Bristol, e de uma concessão recebida pela Estratégia Adolescente da Gravidez de Gloucestershire do Departamento do Fundo Adolescente da Aplicação da Gravidez da Saúde.
http://www.ukc.ac.uk/
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