Os Cientistas no Departamento de Universidade da Farmacologia e no Instituto de Woolcock da Investigação Médica descobriram uma proteína produzida nas pilhas humanas do pulmão que poderiam ser a chave a encontrar uma cura para a asma.
A descoberta principal, publicada em New England Journal da Medicina, identificou uma proteína chamada C/EBP-á, que falta nos asthmatics e para pilhas de músculo na via aérea da multiplicação ràpida e de causar limitações de respiração.
Em uma experimentação com 54 assuntos - 20 com a asma, oito com enfisema, e 26 assuntos do controle - os pesquisadores encontraram que C/EBP-á retarda a produção de pilhas de músculo que causam o redução das vias aéreas nos asthmatics.
O Preto do Professor Judy (Grupo de Investigação, Farmacologia Pulmonars da Pilha) e o Professor Adjunto Michael Roth (Instituto de Woolcock), em colaboração com uma equipe do Hospital da Universidade de Basileia, Suíça, introduziram a proteína nas culturas celulares tomadas dos pacientes asmáticos e encontraram que o crescimento da pilha diminuiu.
Os pesquisadores encontraram que a falta de C/EBP-á nas pilhas de músculo brônquicas de sofredores da asma significou que não tiveram uma resposta antiproliferativa ao tratamento com drogas anti-inflamatórios. Contudo, as drogas podiam obstruir a liberação de factores pro-inflamatórios nas pilhas dos pacientes da asma e dos controles.
A proteína ocorre naturalmente nos pulmões dos não-asthmatics, controlando a proliferação de pilha. Mas nos asthmatics, o crescimento de pilhas de músculo acima-é regulado tendo por resultado uma massa aumentada de pacotes da pilha de músculo liso. Isto pode conduzir a um redução patológico de suas vias aéreas em cima da inalação de disparadores da asma, fazendo o difícil respirar.
Quando as drogas comuns da anti-asma aliviarem os sintomas da inflamação do pulmão, a descoberta oferece a esperança que a doença pode ser tratada em sua raiz.