O Autismo, uma desordem desenvolvente séria nas crianças, pode elevarar de uma mistura das fontes que incluem alguns genes e as alterações nos factores que regulam os genes (epigenetics) que podem ser herdados ou ocorrido como um evento novo, disseram pesquisadores da Faculdade de Baylor da Medicina.
“Este modelo novo representa um tipo novo da complexidade em compreender esta doença de confusão,” disse o Dr. Arthur Beaudet, autor superior no papel e na cadeira do departamento do BCM da genética molecular e humana. Poderia igualmente explicar a dificuldade em identificar os genes que causam o autismo. O relatório aparece em linha no Jornal Americano da Genética Médica.
O Autismo aparece geralmente pela idade 3. O resultado de uma desordem neurológica, afecta a capacidade da criança para interagir e comunicar-se com outros povos em um nível verbal e não-verbal.
Beaudet e seus colegas teorizam que somente alguns genes - um deles a causa da síndrome de Angelman - são involvidos. Contudo, os factores que actuam nestes genes são complexos, tendo por resultado um enigma que seja difícil de desembaraçar.
Há actualmente duas escolas de pensamento na causa do autismo. Um grupo pensa que 10 ou mais genes podem ser involvidos. Outro pensa que somente alguns podem causar a doença.
O facto de que os genes são involvidos é óbvio. Os Estudos dos gêmeos mostraram que os gêmeos idênticos, que compartilham do mesmo ADN, são muito mais prováveis compartilhar do diagnóstico do autismo do que os gêmeos fraternos, cujo o ADN é diferente.
Baseado em uma série de experiências, Beaudet e seus colegas teoriza que epigenético e os factores genéticos podem causar o autismo por alterações anormais no regulamento genes de dois ou mais principais. O gene para a síndrome de Angelman é o candidato o mais forte conhecido para um destes genes. Este regulamento defeituoso que pode ou não pode incluir uma mutação nos genes ela mesma pode ocorrer com a herança ou elevarar recentemente na pessoa com a desordem.