Imatinib - ou Glivec como ele igualmente conhecido - olhares como se pode se transformar um tratamento eficaz para contudo um outro tipo de cancro.
O Dr. médico Grant McArthur do oncologista do Consultante disse uma notícia que informa hoje que um estudo da Fase II por uma equipe internacional mostrou que a droga é activa contra um tipo raro dos protuberans chamados cancro do dermatofibrosarcoma (DFSP) - um tumor maligno que ocorresse na segunda camada da pele (a derma).
Disse que o controlo total da doença estêve conseguido em oito de 10 pacientes em uma experimentação da Fase II através do imatinib apenas ou do imatinib mais a cirurgia. A equipa de investigação está preparando-se para apresentar seus resultados aos corpos reguladores para a aprovação para o uso dos imatinib como um tratamento para DFSP unresectable quando exibe um perfil genético particular.
O estudo, apresentado no Simpósio de EORTC-NCI-AACR em Alvos Moleculars e na Terapêutica do Cancro em Genebra, foi seleccionado como um papel oferecido pela placa científica do EORTC-NCI-AACR e igualmente ganhou uma concessão do Fondation Nelia e Amadeo Barletta (FNAB), uma fundação devotada a apoiar a pesquisa translational mundial visou particularizar a terapêutica. A concessão está sendo apresentada hoje ao Dr. McArthur, pesquisador do chumbo, pelo Professor Esteban Cvitkovic, presidente da placa científica da fundação.
O Dr. McArthur, que é cabeça da Oncologia Molecular e os Laboratórios de Investigação Translational no Cancro de Peter McCallum Se Centram em Melbourne, Austrália, disse que a decisão para tentar o imatinib no tratamento de DFSP elevarou de abrir caminho a pesquisa de uma outra equipe publicada em 1997. Isto tinha mostrado que um gene chamado o receptor plaqueta-derivado B do factor de crescimento (PDGFB) estêve rearranjado em DFSP, envolvendo uma translocação entre os cromossomas 17 e 22.
“Era intuitivo tentar o imatinib na doença porque esta translocação resulta dentro sobre a expressão de PDGFB e o imatinib é um inibidor para o receptor de PDGFB,” disse o Dr. McArthur.
Disse que tinha havido uns relatórios da eficácia dos imatinib em diversos casos de DFSP metastático, assim que ele e uns colegas em outros centros nos EUA, na Bélgica e no Suíça expor para ver se os perfis celulares genéticos e da quinase em DFSP correlacionariam com as respostas clínicas ao imatinib.
Os dez pacientes foram tratados com o 800mg do imatinib diariamente. Dos oito com doença localmente avançada, dois conseguiram a resposta completa que foi confirmada patològica com as resseções das regiões onde o tumor estou presente e dois conseguiram a resposta completa confirmada pela avaliação do tumor. Quatro tiveram a resposta parcial seguida pela cirurgia para fazê-los livres da doença. Assim, a doença foi controlada em todos estes pacientes pelo imatinib apenas ou pelo imatinib mais a cirurgia.
Dois pacientes tiveram DSFP metastático com um perfil genético mais complexo. Um, com uma translocação t (17-22) teve uma resposta parcial ao imatinib mas à doença progrediu após sete meses do tratamento. O outro não teve uma translocação e não respondeu ao imatinib.