As pacientes que sofre de cancro Caucasianos e não-Caucasianos estão ingualmente interessadas na aprendizagem sobre ensaios clínicos. Contudo, os pacientes não-Caucasianos são menos prováveis registrar-se em uma experimentação a menos que as possibilidades forem altas que as beneficiaria, de acordo com estudo novo um 4 de outubro de 2004 apresentado, na Sociedade Americana para a Reunião Anual Terapêutica da Radiologia e da Oncologia 46th em Atlanta.
O Registro de pacientes que sofre de cancro adultas nos ensaios clínicos permanece baixo, particularmente na população da minoria. Para compreender melhor atitudes pacientes, os pesquisadores procuraram avaliar que factores influenciam a decisão de um paciente para se registrar em um ensaio clínico.
Neste estudo, os pesquisadores examinaram 166 pacientes que sofre de cancro sobre oito meses em 2003 em duas clínicas da oncologia da radiação sobre suas atitudes para ensaios clínicos. As idades dos pacientes variaram de 15 a 84, com o meio que é 56 anos velhas. Os diagnósticos os mais comuns do cancro eram próstata, cabeça e pescoço e cancro da mama.
Os Pesquisadores encontraram que os Caucasians e as minorias mostraram o interesse quase igual na aprendizagem sobre ensaios clínicos. Contudo, os pacientes Caucasianos eram mais prováveis recolher a informação em experimentações do Internet (31 por cento contra 11 por cento) e eram mais aptos para falar com seus doutores sobre os ensaios clínicos (50 por cento contra 34 por cento). Os pacientes Não-Caucasianos eram mais prováveis falar com outros pacientes sobre o registro do ensaio clínico (25 por cento contra 12 por cento). Além, mais pacientes da minoria acreditam que estiveram tratados no passado em um ensaio clínico sem seu conhecimento (22 por cento contra 9 por cento).