As Mulheres com cancro da mama hereditário trataram com a terapia de conservação do peito parecem não ter nenhum risco aumentado para o retorno no peito tratado, de acordo com resultados de um estudo em perspectiva publicado na introdução do 1º de janeiro de 2005 do CANCRO, um jornal par-revisto da Sociedade contra o Cancro Americana. Contudo, o risco de cancro da mama no peito oposto é aumentado significativamente.
A terapia de conservação do Peito (BCT), consistindo no lumpectomy e na radiação, foi demonstrada para ser um tratamento seguro, eficaz para formulários não-hereditários ou esporádicos do cancro da mama adiantado. Contudo, para os cancro da mama hereditários - isto é, mutações nos genes BRCA1 e BRCA2 - o uso do BCT é controverso devido aos dados de oposição sobre o risco aumentado de retorno no peito e na revelação tratados de tumores novos no peito não tratado. Isto deixa mulheres com as mutações de BRCA em disavantagem ao escolher entre o BCT e a mastectomia bilateral.
Marque Robson, M.D. e seus colegas do Centro Memorável do Cancro de Sloan- Kettering em New York City seguiram 87 mulheres diagnosticadas com o cancro da mama e as mutações de BRCA que foram tratadas com o BCT para avaliar seus riscos de cancro a longo prazo.