O campo de batalha de Waterloo reigniting o debate sobre se a medicina moderna é sempre boa para você, de acordo com os cientistas de Londres (UCL) do University College que estão lançando um estudo de porque alguns pacientes crìtica doentes recuperam e outro morrem da falha múltipla do órgão - o assassino do número um dos pacientes nos cuidados intensivos.
Falando hoje em uma leitura pública realizada em Londres, o Professor Mervyn Cantor do Instituto de UCL da Medicina dos Cuidados Intensivos disse as estatísticas impressionantes da sobrevivência de soldados feridos nas batalhas do saque de Waterloo e de Trafalgar como um lembrete de como nós subestimamos a capacidade de corpo humano para se curar sob as circunstâncias as mais extremas. Dos 52 genitais nos 13os Dragoons da Luz feridos pelo sabre, os ferimentos em Waterloo, somente dois do tiroteio e do canhão morreram subseqüentemente.
O Prof. Cantor diz: “Apesar da inexistência dos antibióticos, das transfusões de sangue, das máquinas da manutenção das funções vitais e da outra parafernália dos cuidados intensivos modernos, a maioria destes soldados recuperou, frequentemente dos ferimentos risco de vida. Contudo com todos nossos avanços técnicos na medicina, as taxas de mortalidade das condições tais como a sepsia (infecção bacteriana da circulação sanguínea) não melhoraram dramàtica sobre o século passado.
“A pergunta que nós precisamos de se perguntar que é se nossa compreensão actual de patologia subjacente na medicina é principal nós abaixo do trajecto errado, e se nossas intervenções actuais podem mesmo ser prejudiciais ao processo de cicatrização.
“Mudanças Modernas do disparador dos tratamentos nas respostas inflamatórios e imunes do paciente ou em sistemas circulatórios, hormonais, bioenergéticos e metabólicos da influência nas maneiras que nós não apreciamos. Mesmo abaixar a temperatura de um paciente febril pode ser ineficaz. Nós podemos precisar de ser mais estratégicos em nossos tratamentos e terapias, costurando os a como o corpo responde naturalmente à sepsia e a outras doenças críticas.”
As estatísticas da Sobrevivência da batalha de Waterloo jogam acima uma teoria ainda mais radical - poderia ser essa falha múltipla do órgão, provocada pelo traumatismo severo ou a infecção subseqüente, representa realmente a tentativa da último-vala do corpo de sobreviver face a uma doença crítica? Desligando-se e tornando-se dormente, como com hibernar animais durante o frio extremo, o corpo pode assim poder à maré própria durante o período crítico. O Apoio para esta teoria vem do facto de que os órgãos recuperam invariàvel, ao ponto de aparecer notàvel normal, dentro dos dias às semanas em que o paciente sobrevive.