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As Mulheres com aborto e infertilidade periódicos estão submetendo-se aos testes e aos tratamentos que não têm nenhuma base racional científica

Published on November 29, 2004 at 4:29 AM · No Comments

As Mulheres com aborto e infertilidade periódicos estão submetendo-se a testes e os tratamentos que não têm nenhuma base racional científica e são ligados com os riscos conhecidos para serir de mãe e o feto, advertem pesquisadores no BMJ desta semana.

As clínicas de Fertilidade são cada vez mais mulheres de oferecimento os testes para medir o número e a actividade das pilhas de assassino (NK) naturais que circulam em seu sangue. Estas pilhas são encontradas no ventre (útero) e acumulam em grandes números durante a gravidez adiantada, mas sua função é completamente desconhecida.

Os testes são baseados na especulação que as mulheres com aborto e infertilidade periódicos levantaram nivelam de pilhas de NK. Em conseqüência, muitas mulheres são oferecidas tratamentos poderosos, tais como esteróides ou drogas repressivas imunes, para reduzir os níveis de pilhas de NK.

Mas os autores argumentem que, faça não somente estes testes não dão nenhuma informação útil sobre o que está acontecendo no útero, estes tratamentos não são apropriado para o uso na medicina reprodutiva sem benefício mostrado como são associados com os riscos conhecidos para serir de mãe e o feto.

As directrizes Recentes da Faculdade Real dos Ginecologista e dos Gynaecologists, mais dois estudos randomised, igualmente concluíram que não há nenhuma evidência a mostrar que são benéficas.

Compreender a função de pilhas uterinas de NK é certamente um desafio principal na reprodução humana, dizem. Contudo, até que mais esteja sabido sobre seu papel na gravidez normal, não há nenhuma evidência de nenhum benefício em oferecer o teste da pilha de NK nas mulheres com aborto e infertilidade periódicos fora de estudos correctamente controlados.

“Este grupo infeliz de mulheres é particularmente vulnerável à exploração financeira, e da exposição aos tratamentos poderosos que têm, até agora, a base científica não racional,” concluem.

http://www.bmj.com/