os Adolescente-Agers que sofrem da bulimia podem de facto lutar uma guerra dois-dianteira, lidando com os efeitos de um distúrbio alimentar devastador ao esforçar-se com um formulário crônico da depressão, revelam a pesquisa pelo psicólogo Marisol Pérez da Universidade de Texas A&M, que diz que encontrar tem implicações críticas para a maneira que a desordem é tratada.
Mascarado Frequentemente pela bulimia própria, o dysthymia - um baixo-nível, formulário crônico da depressão - está frequentemente actual no bulimics e pode mesmo predisp-los ao distúrbio alimentar, mostra a pesquisa por Pérez e por seu Jr. de Thomas E. Marceneiro dos colegas da Universidade Estadual de Florida e do Peter M. Lewinsohn do Instituto de Investigação de Oregon.
Dysthymia, Pérez explica, é diferente da depressão principal mais familiar em termos de suas duração, severidade e persistência do distúrbio do humor, todos os factores que podem impactar o curso e o tratamento dos distúrbios alimentares.
“Tão pernicioso como a depressão principal pode ser, tende a remiti-la, mesmo se não tratado,” nota. “Pelo contraste, dysthymia são as décadas destemidos, frequentemente duráveis, com o comprimento médio do episódio que dura mais de 10 anos.”
É esta natureza duradouro, Pérez diz, que faz o dysthymia, um pouco do que a depressão principal, mais provável ser associado com a bulimia, que é caracterizada por sentimentos negativos destemidos sobre seu auto.
Bulimics, diz, tende ter o baixo amor-próprio crônico. Modelos Precedentes, nota, props esse perfeccionismo alto quando precipitada pelo baixo auto-valor é com carácter de previsão da bulimia. Devido a isto, os problemas crônicos e patentes do amor-próprio associados com o dysthymia podem fazer povos dysthymic vulneráveis à bulimia, diz.
O relacionamento entre a bulimia e o dysthymia pôde ser o esforço para regular os humores negativos destemidos que provêm da depressão e os sentimentos do baixo amor-próprio associados com o distúrbio alimentar, Pérez especulam.