Uma proporção significativa de pacientes que sofrem de ALS (esclerose de lateral amyotrophic), igualmente conhecida como a doença do neurônio de Lou Gehrig's Disease ou de motor, tem um marcador da actividade em seu sangue, relatórios do retrovirus a introdução do 8 de fevereiro da Neurologia médica do jornal.
O estudo foi conduzido pelo Dr. Jeremy A. Garson do University College Londres, REINO UNIDO e Dr. Ammar Al-Chalabi da Faculdade Londres do Rei, REINO UNIDO, e financiado completamente pelo Projecto A.L.S.
A pesquisa confirma e estende os resultados de um trabalho mais adiantado por Afastamento Cilindro/rolo Garson e Al-Chalabi em que tinham encontrado a evidência da participação retroviral em um grupo de pacientes BRITÂNICOS com ALS. O estudo actual em Americanos com o ALS, feito em colaboração com o Afastamento Cilindro/rolo. Robert H. Brown, Jr. e Mérito Cudkowicz no Hospital Geral de Massachusetts/Faculdade de Medicina de Harvard, mostra que 47% de pacientes do ALS têm a actividade reversa do transcriptase detectável em seu soro.
“Este é um muito emocionante encontrando esses pontos para a possibilidade de participação do retrovirus no ALS. Contudo, muito trabalho permanece ser feito e nós estamos muito cientes que na virologia, como em outros ramos da ciência médica, encontrar uma associação não é o mesmo que provando uma causa,” dissemos o Dr. Garson.
O transcriptase Reverso é uma enzima associada com os retroviruses. A presença desta actividade de enzima no soro implica conseqüentemente que um retrovirus pode ser envolvido no ALS. Não se sabe ainda se a actividade de enzima detectada neste estudo reflecte a activação de um retrovirus endógeno assim chamado, que esteja já actual no ADN humano, ou infecção com um retrovirus exógeno externo.