Um artigo de Los Angeles Times relata hoje esse Merck, um fabricante principal dos medicamentos de venta com receita, soube que o uso excessivo do mercúrio em suas vacinas levantou uma ameaça perigosa da saúde às crianças.
Como mencionado pelo artigo, um memorando 1991 emitido por Merck disse que 6 crianças mês-velhas que receberam seus tiros na programação obteriam uma dose do mercúrio até 87 vezes mais altas do que directrizes para o consumo diário máximo de mercúrio dos peixes.
O memorando, emitido oito anos antes que o FDA reconheceu o uso excessivo do mercúrio nas vacinas, foi sobre discutir interesses e ao mesmo tempo estados da segurança que o grande uso do mercúrio em suas vacinas apresenta a uma “percepção do perigo.”
Um número pai e de grupos de pressão têm lutado pela remoção do mercúrio nas vacinas. Lujene Clark, presidente de NoMercury.org, conduziu a luta para proibir o mercúrio nas vacinas em estados numerosos. Califórnia e Iowa passaram proibições em 2004.
Apenas no mês passado, a conta “S.3” do Senado foi introduzida para impedir tais proibições. Se passada, não somente a conta removeria os direitos de estados, ele protegeria mais companhias farmacéuticas como Merck de litígio vacina-relacionado. “Porque as empresas farmacêuticas como Merck são protegidas tão facilmente por determinados amigos no Monte, não têm nenhum incentivo para revelar tais resultados ou direito o errado que é feito,” diz o pai Wendy Fournier. “É surpreendente que os memorandos como este permanecem escondidos e os corporaçõs que são supor ser a marca de nível da segurança, terminam acima a coberta acima dos perigos.”