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África enfrenta aumentos potenciais em taxas do cancro da mama

Published on March 9, 2005 at 6:48 PM · No Comments

Uma revisão nova encontra similaridades entre a apresentação e o curso clínicos do cancro da mama nos Africanos e nos Afro-americanos, sugerindo que os factores genéticos possam jogar um papel significativo nas diferenças raciais encontradas na epidemiologia do cancro da mama em América.

O artigo, publicado na introdução do 15 de abril de 2005 do CANCRO, um jornal par-revisto da Sociedade contra o Cancro Americana, igualmente observa que África enfrenta aumentos potenciais em taxas do cancro da mama enquanto as mulheres Africanas adotam os comportamentos reprodutivos e dietéticos Ocidentais que estiveram mostrados para aumentar o risco de cancro da mama.

Os estudos de População mostram quando as mulheres Afro-Americanos tiverem umas mais baixas taxas de cancro da mama do que as mulheres brancas nos Estados Unidos, eles têm uns resultados mais deficientes. As mulheres Afro-Americanos são igualmente mais prováveis ficar o cancro da mama em uma idade mais nova, e entre mulheres nos E.U. sob a idade de 45, os Afro-Americanos têm as taxas de incidência as mais altas. Os Afro-Americanos são igualmente mais prováveis ser diagnosticados com doença mais alta da fase - isto é, hormona estrogénica receptor-negativa, os tumores de primeira qualidade que são nó-positivos. Este teste padrão clínico é similar àquele identificado nas populações que de Ashkenazi aquele conduziu à descoberta de BRCA-1 e de -2 mutações genéticas, alertando muitos cientistas especular que pode igualmente haver um componente genético que contribui ao cancro da mama nos Afro-Americanos.

Alero Fregene, M.D. e Lisa A. Newman, M.D., M.P.H do Centro Detalhado do Cancro da Universidade Do Michigan conduziu uma revisão de literatura extensiva dos estudos De Língua Inglesa do cancro da mama em África subsariana. Dizem a compreensão da carga do cancro da mama e as características clínicas em África subsariana, de onde a maioria do traço Afro-Americano sua ascendência, podem contribuir à compreensão de factores raciais no cancro da mama.