Um relatório preliminar sugere que o fumo materno durante a gravidez esteja associado com as anomalias cromossomáticas aumentadas em pilhas fetal, de acordo com um estudo na introdução actual do JAMA.
O fumo Materno durante a gravidez tem muitas conseqüências durante e depois da gravidez, tal como a infertilidade, os problemas da coagulação, complicações obstétricos tais como o previa da gravidez extrauterine e da placenta, e o atraso de crescimento intra-uterino, de acordo com a informações gerais no artigo. Contudo, somente os dados indirectos foram publicados (efeito de danificar o ADN, causando possivelmente a mutação genética) em um efeito genotóxico possível na gravidez nos seres humanos.
Rosa Ana de la Chica, M.Sc., do Universitat Autònoma de Barcelona, Bellaterra, Espanha, e colegas conduziu um estudo para determinar se o fumo materno tem um efeito genotóxico nas pilhas amniotic, expressadas como uma instabilidade cromossomática aumentada, e analisadas se alguma região cromossomática está afectada especialmente pela exposição ao tabaco. Os amniocytes Fetal (pilhas da origem fetal no líquido amniótico) foram obtidos pela amniocentese rotineira para o diagnóstico pré-natal de 25 controles e 25 mulheres que fumam (10 ou mais cigarettes/d por 10 ou mais anos). As mulheres foram pedidas para completar um questionário de fumo a respeito de seus hábitos de fumo.