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Os Atendimentos para regionalizar o cuidado dos pacientes com cardíaco de ataque são prematuros

Published on March 21, 2005 at 1:06 PM · No Comments

Os Atendimentos para regionalizar o cuidado dos pacientes com cardíaco de ataque são prematuros, e não esclarecem conseqüências sem intenção potenciais, de acordo com um comentário pelos pesquisadores de Yale publicados no Jornal de American Medical Association (JAMA).

“Muito do entusiasmo para a regionalização do cuidado do cardíaco de ataque focalizou no que suas partes superiores podem ser, sem adequadamente considerar como realístico alguns destes benefícios são ou as implicações negativas potenciais de tal política,” notas Harlan M. Krumholz, M.D., professor da medicina interna (cardiologia) e a Epidemiologia e Saúde Pública (Política Sanitária e Administração).

Os Atendimentos para a regionalização de síndromes coronárias agudas (cardíaco de ataque enquanto são chamados mais comumente) são baseados nos estudos recentemente publicados conduzidos predominante em Europa que sugerem aquele pacientes de transferência dos hospitais menores aos hospitais maiores assim que neles puderam receber terapias interventional poderiam reduzir a mortalidade, Krumholz escrevem. “O sistema de saúde nos Estados Unidos não é claramente o mesmo que Europa,” notas de Krumholz. Os “Pacientes são mais distantes dos hospitais e nosso EMS não tem a experiência reconhecer o grupo específico de pacientes que tirarão proveito destes tratamentos. Parece somente razoável que nós devemos testar para nos nos Estados Unidos se tal sistema trabalha antes que nós o adotemos.”

Saif Rathore, autor do estudo primeiro e uma estudante de Medicina do segundo ano na Faculdade de Medicina de Yale, é referido igualmente sobre a possibilidade da regionalização. Os “Proponentes comparam frequentemente a regionalização do cuidado coronário agudo da síndrome ao traumatismo, porque o cuidado do traumatismo é regionalizado,” Rathore disseram. “Que é uma comparação injusta. Todo O de quatro anos pode reconhecer o traumatismo. Reconhecer o cuidado coronário agudo das síndromes é muito mais complicado. Há uma impressão que os cardíaco de ataque da real-vida são como aqueles retratados na televisão, onde os pacientes embreiam suas caixas e caem ao assoalho. Aquele não é o caso. A Prova desta pode ser encontrada nos estudos nacionais que indicam que mais de 80 por cento dos pacientes que chegam em um hospital com sintomas da dor no peito não estão experimentando um cardíaco de ataque.”