Desde 2000, os infantes dos E.U. foram imunizados rotineiramente contra (Estreptococo pneumoniae) a infecção pneumocócico. Agora, os pesquisadores de Boston fizeram uma descoberta surpreendente sobre a imunidade natural à pneumococo.
Dois estudos relativos, conduzidos pelo Dr. Richard Malley da Divisão de Boston do Hospital de Crianças de Doenças Infecciosas e pelo Dr. Marc Lipsitch da Escola de Harvard da Saúde Pública, sugerem que a protecção natural da doença pneumocócico possa se derivar de algum mecanismo imune previamente não reconhecido, que poderia possivelmente ser explorado para uma vacina nova. O estudo o mais atrasado aparece (29 de março) na introdução actual das Continuações da Academia Nacional das Ciências.
Nos E.U., antes que o advento da vacina conjugada pneumocócico, conhecido como Prevnar, pneumoniae do S. causou mais de 7 milhão otites todos os anos, meio milhão episódios da pneumonia bacteriana, e casos risco de vida da meningite e do bacteremia.
Prevnar é compo do material da cápsula exterior de cada um das sete tensões pneumocócicos as mais comuns nos E.U. Este material provoca os sistemas imunitários dos receptores para produzir os anticorpos anticapsular assim chamados específicos 2 aquelas tensões.
Contudo, Prevnar não trabalha contra muitas tensões pneumocócicos no mundo em desenvolvimento, onde a pneumococo mata quase 1 milhão crianças anualmente, e é caro e difícil fabricar, conduzindo às faltas crônicas. Além Disso, em diversos estudos, o uso de vacinas conjugadas pneumocócicos fez com que as tensões da não-vacina tornassem-se mais comuns, levantando interesses que Prevnar poderia eventualmente se tornar ineficaz mesmo nos E.U. De 90 tensões pneumocócicos conhecidas, Prevnar cobre somente sete.
Lipsitch e Malley conduziram primeiramente estudos epidemiológicos em crianças unvaccinated nos E.U., na Israel, e no Finlandia. Enquanto relataram em janeiro na Medicina em linha de PLoS do jornal, a incidência da doença invasora de quase todas as tensões pneumocócicos caiu por quase parcialmente entre 1 e 2 anos de idade. Contudo, as concentrações anti-capsulares do anticorpo aumentaram apenas ligeiramente, sugerindo que um mecanismo a não ser o anticorpo à cápsula exterior do micróbio patogénico pudesse ser protecção natural conferindo contra a doença pneumocócico.
Que então pôde fornecer esta protecção? Olhando a primeira etapa da doença pneumocócico, a colonização do nariz e da garganta, Malley e Lipsitch podiam induzir a imunidade duradouro à pneumococo nos ratos independentemente de todos os anticorpos. (29 de março) nas Continuações actuais da Academia das Ciências Nacional, relatam que quando os ratos foram expor às pneumococos vivas, ou a uma vacina da inteiro-pilha se tornou no laboratório de Malley, eram altamente imunes à colonização pneumocócico -- mesmo se eram genetically incapazes de fazer anticorpos. Além Disso, os ratos expor a uma única tensão pneumocócico tornaram-se imunes não apenas a essa tensão, mas a outro. A imunidade pareceu elevarar de um efeito nas T-Pilhas do CD4+ do sistema imunitário, desde que os ratos que faltaram estas pilhas não desenvolveram a imunidade.