Uma equipe dos pesquisadores no Universitat Autònoma de Barcelona desenvolveu sensores diminutos novos para analisar o ADN.
Os sensores têm o mesmo tamanho e a espessura como uma unha e reduzem o tempo necessário para identificar correntes do ADN a diversas actas ou a algumas horas, segundo cada corrente. Estes sensores podem ser aplicados a muitas tarefas diferentes, variando dos testes de paternidade e identificando povos a detectar o alimento genetically alterado, identificando tensões bacterianas na toxicidade genética das doenças foodborne e do teste em drogas novas. Uma Vez a produção em massa dos sensores começa, seu custo e a disponibilidade será similar àquela dos jogos do teste de gravidez encontrados nas farmácias.
Os pesquisadores Salvador Alegret, del Valle e Maria Isabel Pividori de Manuel, tudo de quem são membros dos Sensores e Grupo dos Biosensors no Departamento do UAB de Química, tornado os sensores novos baseados em sua experiência na pesquisa com sensores eletroquímicos. Estes podem identificar uma substância quimicamente interagindo com ela e convertendo esta interacção em uma corrente elétrica que meçam.
Para detectar o ADN, os genosensors eletroquímicos miniaturizados novos têm uma ponta de prova conter os fragmentos do ADN que complementam o ADN que apontam detectar. Por exemplo, para detectar as Salmonelas em uma amostra de maionese, a ponta de prova tem fragmentos do tipo de ADN que complementa que encontrado em um grupo de genes que identificam as bactérias. Quando a ponta de prova é submergida na maionese, alguns dos fragmentos do ADN das pilhas bacterianas juntam-se aos fragmentos de complementação da ponta de prova, criando uma corrente elétrica mensurável. O sensor converte esta corrente em um sinal que possa ser considerado pela pessoa que controla os testes, fazendo o ciente lá é bactérias. Também, porque os sensores são muito pequenos e fáceis de manipular, é possível montar um grupo de sensores que podem recolher dados simultaneamente e deduzir a informação sobre as bactérias tais como que a tensão causou a doença foodborne.
Este tipo de análise já ocorre nos laboratórios, mas até aqui as medidas experimentais necessários não eram apropriadas para a análise in situ. Usando os sensores novos desenvolvidos por cientistas de UAB, o tempo tomado para identificar a fonte de infecção para Legionella diminuiria de dois dias, como é actualmente o caso usando técnicas da produção orgânica, a apenas trinta minutos. Nas experimentações desenvolvidas com o apoio do Departamento do UAB da Genética e da Microbiologia, os sensores novos permitiram as Salmonelas de ser identificados em quatro e em umas meia hora, comparadas a três a cinco dias usando os métodos microbiológicos tradicionais. Este método para identificar as bactérias poderia igualmente ser usado para detectar outros agentes infecciosos tais como o Campylobacter e o Listeria, e o sensor poderia facilmente ser adaptado para o uso na medicina, na monitorização ambiental e no sector industrial.