As doses da hormona estrogénica e do progestogen usados na terapia menopáusica da hormona podem ser relacionadas ao risco de retorno do cancro da mama, de acordo com um estudo novo na introdução do 6 de abril do Jornal do Instituto Nacional para o Cancro.
Em 1997, duas experimentações randomized, a Terapia Hormonal da Substituição - É Seguro? A experimentação (dos HÁBITOS) e a experimentação de Éstocolmo, começaram na Suécia a testar os efeitos da terapia menopáusica da hormona nas mulheres depois que tinha sido diagnosticada com cancro da mama da fase inicial. A experimentação dos HÁBITOS, que incluiu finalmente 434 pacientes de cancro da mama, foi parada cedo em dezembro de 2003 porque, em uma continuação mediana de somente 2,1 anos, o risco de retorno do cancro da mama entre as mulheres que recebem a terapia da hormona era 3,3 vezes mais altamente do que o risco entre as mulheres que não recebem nenhum tratamento.
Eva von Schoultz, M.D., Ph.D., e Lars E. Rutqvist, M.D., Ph.D., do Karolinska Institutet, em Éstocolmo, Suécia, e o Grupo de Estudo do Cancro Da Mama de Éstocolmo relata agora os resultados da experimentação de Éstocolmo, em que 378 pacientes de cancro da mama foram atribuídos aleatòria para não receber a terapia menopáusica da hormona por 5 anos ou o nenhum tratamento. A experimentação era similar à experimentação dos HÁBITOS mas usava um regime da terapia da hormona que diferisse na composição e no sincronismo.
Na experimentação de Éstocolmo, depois que um número médio de 4,1 anos de continuação, lá não era nenhuma associação entre o uso da terapia da hormona e o risco de retorno do cancro da mama. Os autores sugerem que as diferenças na composição e no sincronismo da terapia da hormona usada na experimentação de Éstocolmo poderiam explicar porque os resultados da experimentação diferiram daqueles dos HÁBITOS experimentais.