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O Sensor adverte de problemas gastrintestinais

Published on May 17, 2005 at 5:21 AM · No Comments

O pesquisador Holandês Sebastiaan Herber desenvolveu um sensor que pudesse detectar a circulação sanguínea deficiente no estômago. Um nível elevado de dióxido de carbono no estômago é uma característica desta isquemia gastrintestinal assim chamada. Medindo esta concentração o sensor pode indicar como bom ou ruim a circulação na parede de estômago é.

Os componentes principais do sensor são um polímero pH-sensível (hydrogel) e um micro sensor da pressão. O polímero contem uma grande quantidade de água e de psiquiatras ou incha em resposta ao pH-valor em mudança. É imprensado entre o micro sensor da pressão e uma porosa, tampa do silicone. A tampa contem um reservatório com o eletrólito do bicarbonato, coberto por uma membrana gás-permeável.

O dióxido de Carbono flui do estômago através da membrana gás-permeável no eletrólito, onde inicia uma reacção que abaixe o pH-valor. O polímero pH-sensível tenta inchar em resposta a este. Contudo, porque está em um espaço limitado exerce uma pressão que o sensor da pressão meça subseqüentemente. Inversamente, se a concentração do dióxido de carbono caem, os aumentos do pH-valor e a pressão gerada pelo polímero diminuem.

Devido a seu tamanho pequeno (2,9 milímetros x 0,9 milímetros x 0,7 milímetros) que os ajustes do sensor facilmente em um cateter derrubam. O cateter está introduzido através do nariz no estômago e nas sobras lá até que a medida esteja terminada. Herber desenvolveu seu sensor para detectar a isquemia gastrintestinal em uma fase inicial. A isquemia Gastrintestinal pode causar a dor após comer, a dor após o esforço físico, a diarreia, a náusea e uma perda possivelmente séria no peso.