Queira conseguir sua criança vestir um capacete da bicicleta, pare jogar na rua, e pare de amolar seu irmão mais novo? Tente-a mostrar quanto prazer você obtem de seguir as regras.
Um estudo publicado Desenvolvimento Infantil no jornal de Maio/Junho encontrou que entre as idades de 4 e de 7, as crianças prevêem cada vez mais que os povos sentem emoções negativas ou misturadas quando quebram uma regra, e sentem emoções positivas ou misturadas quando seguem uma regra, particularmente se recordaram a regra no seus próprios.
O estudo, conduzido por Kristin H. Lagattuta, PhD, professor adjunto da psicologia na Universidade Da California, Davis, igualmente encontrado que mais crianças podiam se centrar sobre a importância das regras e das conseqüências do futuro ao explicar emoções em situações da regra, elas mais freqüentemente elas atribuiu emoções negativas aos disjuntores da regra e emoções positivas aos abiders da regra.
O Dr. Lagattuta conduziu seu estudo apresentando 64 adultos e crianças (idades 4 7), com uma série de histórias que caracterizam os carácteres que querem realmente fazer algo, mas quem saiba, ou que é dito por um pai, que não devem o fazer (por exemplo, corrida na rua para recuperar uma bola). Ao meio das histórias, os carácteres decidem quebrar as regras para cumprir seus desejos (transgressão), quando ao a outra metade decidirem seguir as regras e inibir seus desejos (a força de vontade). As crianças e os adultos foram pedidos para prever se a criança na história “sente que bom” ou “sente ruim,” e para explicar por que.
Considerando Que todas as crianças estudadas explicaram pela maior parte emoções como consequência da obtenção ou da obtenção o que uma quer (por exemplo, “Ela sentem a boa causa que obteve o que quis”), os 7 anos de idade igualmente explicaram consistentemente emoções como causadas por regras (por exemplo, “Sente ruim porque não escutou a regra”) ou por conseqüências futuras possíveis (por exemplo, “Sente que ruim porque pensa um carro pôde vir o bater”).