Depois Que os oficiais (FDA) de Food and Drug Administration concordados com os estudos que mostram o câncer pulmonar se drogam, Iressa, não ajudou mais longo vivo dos pacientes, a empresa farmacêutica AstraZeneca disse que limitaria severamente o acesso a sua droga.
O FDA que tem considerado se retirar a droga do mercado dos E.U., os disse não tinha encontrado nenhum benefício da sobrevivência. Já não estão considerando exigir a retirada de Iressa, adicionando o futuro da droga dependeriam de uns dados mais adicionais.
A farmacêutica Britânica admitiu que outras terapias são mais eficazes, mas di-lo que ainda pesquisava subgrupos de pacientes que poderiam tirar proveito de Iressa.
A empresa diz que os pacientes actuais que melhoraram com a droga pode continuar à tomar, mas os pacientes novos terão que se registrar nos ensaios clínicos que consideram Iressa experimental.
AstraZeneca diz que está continuando a avaliar biomarkers com carácter de previsão potenciais para identificar melhor mais prontamente aqueles pacientes que são mais provável de tirar proveito de Iressa.
Em um estudo liberado no ano passado lhe foi mostrado que os pacientes de Iressa com câncer pulmonar avançado viveram já não do que outro que tomaram um placebo. A empresa contudo disse que determinados pacientes, incluindo Asiáticos e não fumadores, pareceram se beneficiar.
Peter Lurie, director-adjunto do Grupo de Investigação da Saúde dos Cidadãos Públicos do grupo de consumidores, que incitou o FDA para proibir a droga, disse que era já não disponível no comércio para a maioria de pacientes, e outras drogas, tais como Tarceva, trabalham melhor.