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O cirurgião Britânico desafia Tony Blair em necessidades da saúde de África

Published on July 4, 2005 at 5:01 AM · No Comments

Como líderes mundiais no G8 África discutida cimeira, o Professor Chris Lavy, um cirurgião Britânico que trabalha em Malawi, redigiu uma carta aberta, publicada no BMJ desta semana, ao Primeiro Ministro Britânico.

Nele argumente que as condições em muitas instituições dos cuidados médicos lá, na realidade, estão obtendo mais ruins e para não melhorar, e desafiou Tony Blair “toma um chumbo” nas necessidades da saúde do continente.

Lavy, quando encontrar algum apenas causa para o elogio em algumas áreas e felicita o Primeiro Ministro Britânico na Comissão para o relatório de África, indica algumas omissões importantes.

É desapontado não ver qualquer coisa nos ferimentos de escalada do tráfego rodoviário em África, mesmo que a Organização Mundial de Saúde calcule que ao redor 200.000 povos um o ano, ou 500 um dia, estão matados em estradas Africanas.

O relatório sugere que a chave à revelação esteja aumentada, transporte barato e Lavy diz que é quase impossível imaginar o que aquele faria às mortes da estrada.

Destaca em sua letra, na falta crônica da cirurgia básica para as centenas e em milhares de crianças com uma inabilidade física que impeça que andem, ou o passeio correctamente.

Lavy acredita que as condições nas instituições dos cuidados médicos em muitos países Africanos são porque aqueles que fazem a política e governam o financiamento não usam os serviços sanitários locais eles mesmos mas para ir pelo contrário no ultramar, ele dizem que mudando isto melhoraria serviços sanitários Africanos dramàtica durante a noite.

Aparentemente, apesar dos padrões dos cuidados médicos que deixam cair, há algumas exceções encorajadoras à regra geral, tal como os esquemas localmente conduzidos a que forneça a ajuda cirúrgica do treinamento para salvar as vidas que são distante mais apropriadas do que bolsas de estudos ao Oeste.

Mantem que os projectos como estes trazem resultados mas precisa o apoio dos países G8.