Os seres Humanos mostram a maior persistência de medo instruído para membros de uma outra raça do que aqueles de sua própria raça, de acordo com um estudo por cientistas na Universidade e na Universidade de Harvard de New York. Os resultados, que aparecem na introdução a mais atrasada da Ciência, mostram este efeito para ambos os Americanos Preto e branco.
Os autores neste papel são Andreas Olsson, um aluno diplomado no Departamento de NYU de Psicologia; Jeffrey Ebert, um aluno diplomado no Departamento de Harvard de Psicologia; Mahzarin Banaji, professor de psicologia em Harvard; e Elizabeth A. Phelps, professor de psicologia e da ciência neural em NYU.
Depois Que um encontro negativo, os seres humanos e outros primatas têm uma estadia mais dura agitar fora dos medos das serpentes e das aranhas comparadas aos pássaros e às borboletas. Os resultados na Ciência mostram que os seres humanos têm uma estadia similarmente difícil deixar para ir dos medos dos povos de uma outra raça.
Os Pesquisadores apresentaram a Americanos Preto e branco imagens das faces de dois homens estranhos Pretos e dois Brancos. Na primeira fase, um choque suavemente incômodo foi emparelhado com a apresentação de uma das faces Pretas e de uma das faces Brancas. O nível de choque foi escolhido por cada participante ser incômodo mas nao doloroso. Num segundo fase, as mesmas faces foram apresentadas, mas esta vez sem o choque. As respostas do Medo foram medidas através das mudanças nas glândulas de suor devido ao despertar, que fornece um relance no estado emocional da pessoa.
Como esperado, todos os participantes adquiriram uma resposta do medo às imagens de ambos os indivíduos Preto e branco que foram emparelhados com choque. Contudo, quando os choques foram administrados já não, a resposta do medo à face de própria raça do participante diminuiu, quando a resposta do medo à face da outra raça persistiu. Estes resultados sugerem que o medo que aprende esteja influenciado pelo grupo social, como definido pela raça.