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Após um caesarean, as mulheres são menos prováveis ter um outro bebê

Published on August 2, 2005 at 7:55 AM · No Comments

Os Pesquisadores encontraram, após ter realizado um estudo de 17 anos que segue 25.370 mulheres, que as mulheres que têm seu bebê pela secção caesarean, são menos prováveis ter uma outra gravidez.

Igualmente encontraram que a quantidade de tempo média entre nascimentos era maior para aquelas que se tinham submetido a caesareans do que aqueles que deram o nascimento naturalmente.

Aparentemente mais de um em cinco mulheres em Inglaterra tem caesareans e a taxa está aumentando, que provocou o interesse sobre os riscos às mulheres e aos bebês.

Isto o estudo o mais atrasado, com base no hospital de maternidade de Aberdeen entre 1980 e 1997, era incapaz de determinar se a fertilidade das mulheres estava comprometida tendo um caesarean, sofrendo dano tubal por exemplo, ou se as mulheres que se tinham submetido à experiência apenas não quiseram fazer tão outra vez.

Conduza o pesquisador Jill Mollison, da Faculdade de Medicina da Universidade de Aberdeen, porém destaques a importância dos resultados na perspectiva das taxas caesarean de aumentação.

Diz que os estudos futuros devem se centrar sobre a exploração se a falha conceber é devido aos factores voluntários ou involuntários e comparar isto através dos modos diferentes de entrega.

Peter Bowen-Simpson, da Faculdade Real dos Ginecologista e dos Gynaecologists, diz que aqueles envolvidos na entrega do cuidado obstétrico devem estar cientes da associação e considerar suas implicações ao fazer a decisão se executar uma secção caesarean.

No estudo encontrou-se que 66,9% das mulheres que tiveram um caesarean foram sobre ter uma outra gravidez, contra 71,6% quem teve a entrega vaginal instrumental e 73,9% quem teve um nascimento vaginal espontâneo.

A duração média entre gravidezes nos três grupos era 36,3 meses, 31,8 meses e 30,4 meses.

Os pesquisadores igualmente encontraram que as mulheres que tiveram um caesarean eram igualmente mais prováveis ter uma gravidez ectópica a próxima vez, uma complicação perigosa onde o ovo fertilizado se torna implantado fora do ventre.

O estudo é publicado no Jornal Britânico da Obstetrícia e da Ginecologia.