Penteando com as dúzias de estudos (AD) da Doença de Alzheimer, os psicólogos ganharam uma imagem clara de problemas cognitivos nos povos que desenvolverão a doença de cérebro degenerativo.
A méta-análisis revela que os povos podem mostrar sinais de aviso prévio através de diversos anos cognitivos dos domínios antes que estejam diagnosticados oficialmente, confirmando que deterioração geral das causas de Alzheimer e tendem a seguir uma fase pré-clínica estável com uma queda brusca na função. Os resultados aparecem na introdução de Julho da Neuropsicologia, que é publicada pela Associação Psicológica Americana.
Os Pesquisadores no Centro de Pesquisa da Gerontologia do Instituto e da Éstocolmo de Karolinska, afiliado também com o Max Planck Institute para a Revelação Humana e University of South Florida, trituraram os dados do valor de uma década dos estudos: Os relatórios Publicados que encontraram critérios estritos tiveram registros em 1.207 povos com Alzheimer pré-clínico (desenvolveram mais tarde a doença) e 9.097 controles que ficaram saudáveis.
Os Neuropsychologists estão esforçando-se para compreender por duas razões a fase pré-clínica: No nível teórico, compreender a transição do envelhecimento normal à demência é vital a compreender como a doença evolui. No nível clínico, o tratamento pode trabalhar melhor quando os doutores podem identificar em risco indivíduos quanto antes.
Os autores estudaram 47 estudos par-revistos publicados entre Janeiro de 1985 e Fevereiro de 2003. O ano 1985 marcou a introdução de uns critérios diagnósticos mais sistemáticos e mais seguros para Alzheimer.
A análise mostrou que não importa o que o tipo do estudo, pessoa na fase pré-clínica mostrada marcou deficits pré-clínicos na capacidade cognitiva global, memória episódico, funcionamento perceptual do velocidade, e o executivo; junto com deficits um tanto menores na capacidade verbal, na habilidade visuospatial, e na atenção. Não havia nenhum prejuízo pré-clínico na memória preliminar.
A natureza generalizada do problema é consistente, diz os autores, com observações recentes que as estruturas e as funções múltiplas do cérebro são afetadas muito antes do diagnóstico do ANÚNCIO. Lembram os leitores que os deficits considerados no ANÚNCIO pré-clínico espelham bastante pròxima aqueles considerados no envelhecimento normal, tal como prejuízos na memória episódico, no funcionamento executivo, e na velocidade cognitiva. Ainda, diz o autor principal Lars Bäckman, PhD, estes problemas são agravados naqueles que irã0 sobre ser diagnosticadas com demência.
Explica, “Há umas diferenças qualitativas não claras nos testes padrões do prejuízo cognitivo entre as pessoas de 75 anos velhas normais e as contrapartes pré-clínicas do ANÚNCIO. Um Pouco, nós pensamos da pessoa idosa normal, da pessoa pré-clínica do ANÚNCIO, e do paciente clínico adiantado do ANÚNCIO como a representação de três exemplos em uma série contínua de capacidades cognitivas. Isto apresenta um desafio óbvio para o diagnóstico adiantado exacto.”