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Maior consciência pública necessário após a morte da mulher da raiva

Published on September 5, 2005 at 5:38 AM · No Comments

Os Cientistas no REINO UNIDO que têm olhado na morte de uma mulher Britânica da raiva estão exigindo agora a maior consciência pública dos perigos muito reais levantados pela infecção.

A mulher Alison Dwerryhouse, 39, do Enterro, perto de Manchester, travou o vírus quando foi pastada no pé por um cachorrinho do animal de estimação, quando no feriado na Índia.

Morreu em julho, mais de três meses após ter retornado a HOME.

De acordo com o Pounder da Torre, o Professor da Medicina Judicial na Universidade de Dundee, o crescimento nos meios da indústria de viagens lá é um risco de umas mortes mais adicionais. O Pounder diz que a maioria de viajantes são inconscientes da necessidade para vacinações ao visitar áreas em África, em Ásia, em América Latina, e no Médio Oriente.

A Raiva é uma infecção viral aguda do sistema nervoso central que causa um aumento na saliva, na sede extrema, no comportamento anormal, nas alucinação, na paralisia eventual e possivelmente na morte.

O vírus é transmitido geralmente com uma mordida e os resultados de cão pelo menos em 40.000 mortes cada ano.

Os pesquisadores dizem que a Senhora Dwerryhouse visitou um doutor em julho, o ½ 3 meses após ter retornado a HOME, sofrendo da dor do tiro em seu mais baixo pé traseiro e esquerdo, e estêve admitida ao hospital quatro dias mais tarde incapaz de andar.

No Prazo de 18 dias estava inoperante.

O estudo revelou que sua morte era o resultado de um ligeiro pasta causado pelo contacto com um cachorrinho, que estivesse em um chumbo.

A Senhora Dwerryhouse, que não tinha sido vacinada contra a raiva, não procurou a ajuda médica mas tinha limpado Naquele tempo a ferida com um tecido.

Os autores do estudo dizem que as circunstâncias que cercam sua morte são um aviso austero a qualquer um que viaja às áreas afetadas.

Aparentemente aproximadamente 90 por cento das mortes da raiva ocorrem no mundo em desenvolvimento, em particular na Índia, onde os cães dispersos vagueiam livremente.

Presentemente a raiva é rara em Grâ Bretanha, e somente 12 casos têm sido relatados desde 1977.

Daqueles, 11 foi contratado no exterior e um adquirido de um bastão em Escócia.

A Raiva pode igualmente ser espalhada de outros animais que incluem raposas, lobos, racum e jaritataca.

O Professor Pounder, em um editorial que acompanha o estudo, disse que antes que os povos se tornassem cientes da doença e se tivessem sintomas, eram além da ajuda.

Aparentemente o intervalo entre uma mordida animal e o início dos sintomas pode variar de alguns dias aos meses ou aos anos, com a diferença a mais longa gravada sendo 19 anos.

O Professor Pounder diz que a parte do problema é que a maioria de povos vivem e estão trazidos acima em um país raiva-livre, e não está confrontada com a realidade da doença.

A facilidade mesma do curso aos lugares exóticos pode possivelmente afectar a percepção do pessoa dos riscos envolvidos.