Published on September 5, 2005 at 7:43 PM
Um grupo de cientistas em Itália desenvolveu uma vacina com o potencial proteger contra os micróbios patogénicos fungosos que contaminam geralmente seres humanos, de acordo com um estudo por Torosantucci e os colegas na introdução do 5 de setembro Do Jornal da Medicina Experimental.
Embora estes fungos levantem pouca ameaça aos povos com sistemas imunitários saudáveis, podem causar infecções fatais naquelas cujos os sistemas imunitários foram enfraquecidos por tratamentos contra o cancro ou por terapias immunosuppressive da cargo-transplantação. Nenhuma vacina antifungosa está actualmente disponível.
A vacina nova foi feita da açúcar-como o beta-glucan chamado molécula que são encontrados na parede de pilha do fungo e que o fungo precisa de crescer e sobreviver. Para induzir uma resposta imune robusta à vacina, o grupo anexou o beta-glucan relativamente inócuo a uma proteína chamada a toxina do diptheria que é sabida para estimular o sistema imunitário e foi usada em outras vacinas humanas.
A vacina protegeu roedores das infecções fungosas fatais provocando a produção de anticorpos do anti-beta-glucan. Estes anticorpos colaram à parede de pilha fungosa de invasão e impediram que o fungo cresça. Os autores planeiam agora testar a vacina nos seres humanos e para esperar os resultados são ingualmente prometedores.
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