Aproximadamente cinco milhão Alemães têm dificuldades de aprendizagem sérias quando se trata da leitura e da escrita. É freqüentemente o caso que diversos membros da mesma família são afetados. A disposição Tão hereditária parece jogar um papel importante na ocorrência da dislexia.
Os Cientistas nas universidades de Marburg, de Würzburg e de Bona têm trabalhado nesta pergunta junto com colegas Suecos do Instituto de Karolinska em Éstocolmo. Nos exames de crianças Alemãs com dificuldades sérias da leitura e da escrita têm sucedido agora em demonstrar pela primeira vez a contribuição de um gene específico. Precisamente como contribui à desordem permanece obscuro. Pensa-se que os genes podem afectar a migração de pilhas de nervo no cérebro enquanto evolui. Os resultados serão publicados na edição de Janeiro do Jornal Americano da Genética Humana, mas têm sido feitos já acessíveis em linha.
Por diversos anos os psicólogos da criança e da juventude nas universidades de Marburg e de Würzburg procurararam pelas famílias em que pelo menos uma criança foi considerada disléxico. “Nós analisamos então as amostras de sangue tomadas das famílias para identificar genes do candidato - e na extremidade que nós encontramos direito,” explica o cientista que dirigiu esta parte do estudo de Marburg, Dr. Gerd Schulte-Körne de Privatdozent.
O gene é ficado situado na região do Cromossoma 6, que tinha sido indicada já por cientistas dos EUA e da Inglaterra em relação às inabilidades da leitura e da soletração. Mas a equipe Alemão-Sueco foi mais e identificado dentro desta região um único gene que, como encontrado entre crianças Alemãs, fosse aparentemente um factor importante na emergência da dislexia. “Sabido como DCDC2 o gene, parece afectar a migração de pilhas de nervo no cérebro tornando-se,” diz o Professor Dr. Markus Nöthen da Vida e do Centro do Cérebro na Universidade de Bona. O Professor Nöthen e sua equipe é responsável do trabalho molecular dentro do projecto.