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NHS sob a pressão fornecer drogas de cancro da mama novas

Published on December 12, 2005 at 5:06 PM · No Comments

O Serviço Nacional de Saúde no REINO UNIDO está sendo posto sob a pressão considerável por caridades do Cancro alargar o acesso a uma classe nova prometedora de droga de cancro da mama enquanto a evidência nova sugere que o tratamento o mais atrasado seja distante superior ao Tamoxifen, a primeiro droga por muito tempo estabelecida para mulheres com a fase inicial da doença.

Os resultados combinados de três experimentações Européias do anastrozole, uma das drogas novas, sugerem que as mulheres pós-menopáusicos que comutaram do Tamoxifen dois anos no tratamento depois que a cirurgia era mais provável ser dois vivos e em uma metade dos anos mais tarde.

Aparentemente havia 29% menos mortes entre os pacientes que mudaram, comparados com os aqueles que permaneceram no Tamoxifen, uma droga que revolucionasse perspectivas do cuidado e da sobrevivência do cancro da mama durante as últimas duas décadas.

As experimentações com anastrozole envolveram mais de 4.000 mulheres em Áustria, em Alemanha e em Itália, e encontrou-se que dos 2.009 quem mudaram ao anastrozole, 66 morreram, quando daqueles que ficaram no Tamoxifen, 90 morreram.

O secretário da saúde, Patricia Hewitt, será pressurizado por estes resultados para aumentar a disposição da nova geração de drogas de cancro com o NHS.

Hewitt tem-se curvado recentemente aos atendimentos para financiar Herceptin, a droga até agora não autorizada para mulheres com um formulário particularmente agressivo do cancro da mama adiantado, dizendo confia para pagar por ele a custo de £21,800 um o ano.

A Investigação do Cancro REINO UNIDO está sugerindo que o tempo venha avaliar novamente o papel do Tamoxifen na hierarquia do cuidado do cancro, quando os peritos expressarem o interesse que a publicidade dada às drogas novas pode fazer algumas mulheres na pergunta do Tamoxifen se estão no tratamento direito.

Mas nenhuma orientação é esperada ser dada ao NHS no REINO UNIDO na eficácia e no valor-custo totais do anastrozole, introduzidos no mercado por AstraZeneca como Arimidex, ou aos tratamentos similares, até novembro de 2006, que levantou medos que algumas confianças do NHS não financiarão um interruptor do Tamoxifen.

Arimidex tem sido suportado já pelo NHS em Escócia.

Os Estudos mostram que Tamoxifen entreg cinco anos depois que a cirurgia inicial reduziu o risco de retorno do cancro da mama por aproximadamente meio e no ano passado se revelou que o anastrozole dado em vez do Tamoxifen para esse período melhorou aquele por 26%.

Conseqüentemente para cada quatro mulheres no Tamoxifen cujo o cancro retornou, somente três mulheres no anastrozole experimentaram um retorno.