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U.S. previsões da morte da gripe mais ficção do que o facto

Published on December 12, 2005 at 4:11 PM · No Comments

De acordo com um aluno diplomado da Universidade de Harvard, os dados dos E.U. na morte da gripe podem ser mais FOTORRECEPTOR do que a ciência.

Peter Doshi diz que os Centros para o Controlo e Prevenção de Enfermidades (CDC) reconhecem uma diferença entre a morte da gripe e morte gripe-associada, contudo usam os termos permutavelmente.

Diz que as incompatibilidades estatísticas igualmente existem entre avaliações oficiais e dados nacionais das estatísticas vitais.

As perguntas de Doshi que por exemplo, o CDC indica que as 1968-9 de “pandemias histórica da gripe Hong Kong” mataram 34.000 Americanos, contudo ao mesmo tempo, reivindica 36.000 Americanos morre anualmente da gripe.

Que, diz que Doshi está indo em?

Doshi diz os métodos de modelagem indirectos dos usos do CDC calcular o número de mortes associadas com a gripe, conseqüentemente a figura muito divulgada de 36.000 não é uma avaliação de mortes anuais da gripe, como relatado extensamente em ambos a configuração e a imprensa científica, mas uma avaliação - gerada por um modelo - de morte gripe-associada.

Adicionando a estes problemas Doshi diz que há um mercado do medo, uma estratégia das comunicações do CDC em que os médicos especialistas “prevêem resultados extremos” durante estações de gripe.

Se é passada, o Acto da Protecção da Gripe de 2005 melhorará a política vacinal da gripe dos E.U., e obrigará o CDC a pagar fabricantes pelas vacinas por vender “através dos mecanismos rotineiros do mercado.”