Mecanismos separados do uso dois das pilhas do tumor do Cancro do ovário para iludir a reacção defensiva do corpo - e assim em fazer igualmente iluda uma oposição recentemente descoberta do tecido circunvizinho.
Os Detalhes nestas estratégias, que foram observadas em 65% das células cancerosas testadas, são publicados hoje na Investigação do Cancro Clínica por um grupo na Universidade Médica de Viena conduziram pelo Prof. Michael Krainer. O trabalho, apoiado pelo Fundo Austríaco FWF da Ciência, pode ser uma ajuda grande em aperfeiçoar um candidato novo da terapia do cancro.
Uma célula cancerosa não faz um tumor. Para fazer Assim, a pilha deve dividir-se muitas vezes, e igualmente desenvolve os mecanismos que permitem que as pilhas de filha iludam as defesas do corpo. Dois mecanismos previamente desconhecidos têm sido descobertos agora pelo Prof. Michael Krainer na Universidade Médica de Viena, Departamento da Medicina Interna Mim ao investigar pilhas de cancro do ovário.
Ambos Os mecanismos causam uma molécula do sinal no corpo conhecido como a FUGA para permanecer ineficazes nas pilhas degeneradas. Esta molécula do sinal causa a morte das pilhas cujo funcionar é danificado. A FUGA é parte do programa sofisticado da protecção de corpo, e conduz pilhas danificadas ao suicídio conhecido como o apoptosis.
O Prof. Krainer e sua equipe tem podido agora estabelecer que mais de 20% de todas as pilhas do tumor pode nem sequer ligar com a molécula da FUGA como falta os receptors necessários para este, a saber DR4 e DR5. Conseqüentemente a FUGA não pode activar os mecanismos necessários para o apoptosis nestas células cancerosas. Em o outono 2005 a equipe podia mostrar que as alterações à codificação do gene para DR4 conduzem à produção diminuída deste receptor em pilhas do tumor, assim o derramamento da luz nos mecanismos moleculars atrás da resistência da FUGA em carcinomas ovarianas. Este mecanismo e seu significado clínico têm sido confirmados agora pela pesquisa relatada sobre no papel.
A equipe igualmente pôde mostrar que umas 40% mais adicional das células cancerosas produzem uma proteína qual impedisse a activação do programa do suicídio própria quando ligar com FUGA ocorre. Esta proteína, conhecida como a ALETA, para os processos ativados pela FUGA no interior da pilha. A ALETA é similar na estrutura à enzima que deve ser activada pela FUGA, e é esta similaridade que faz com que a FUGA actue na ALETA, em lugar de.