Mulheres que mandaram um cardíaco de ataque obter tanto benefício da sobrevivência quanto homens dos desfibriladores implantados do cardioverter (ICDs), dispositivos projetados monitorar o ritmo de bombeamento do coração e o chocar de volta ao normal quando necessários, de acordo com um estudo publicado na edição de Dezembro do Jornal da Electrofisiologia Cardiovascular.
ICDs é projectado opr arritmias, os maus funcionamentos elétricos que jogam o coração fora do ritmo e é uma causa principal da morte cardíaca repentina (SCD) em 450.000 Americanos todos os anos. Muitos confundem SCD com o cardíaco de ataque, uma crise trazida em quando uma artéria obstruída danifica o músculo de coração. Os dois problemas vêm junto quando o tecido da cicatriz deixado atrás por um cardíaco de ataque interfere com o sistema elétrico do coração, trazendo na arritmia.
Os Beta construtores em combinação com Ace-inibidores e statins são o tratamento da escolha para sobreviventes do cardíaco de ataque, mas não reduzem o risco de arritmia em muitos casos. ICDs tem ganhado terreno desde que o estudo de 2002 MADIT II (Experimentação Automática Multicentrada II da Implantação do Desfibrilador) encontrou que os dispositivos poderiam reduzir a mortalidade por 31 por cento nos pacientes que tiveram um cardíaco de ataque. Conduzido fora da Universidade do Centro Médico de Rochester, o estudo do marco mudou directrizes médicas por todo o país e fez sobreviventes cem mil de um cardíaco de ataque elegíveis para a terapia de ICD.