O consumo Carbonatado do refresco foi sugerido previamente para ser ligado ao aumento de 350 por cento do adenocarcinoma do esófago desde meados de 1970 s, mas os pesquisadores na Faculdade de Medicina de Yale relatam que a relação é infundada e que pode, de facto, haver um risco diminuído deste cancro para bebedores da soda da dieta.
Os pesquisadores advertem que os consumidores do refrigerante diet puderam diferir de outros grupos porque podem contratar em outros comportamentos saudáveis unmeasured. O estudo é publicado na introdução do 4 de janeiro do Jornal do Instituto Nacional para o Cancro (JNCI).
Sups-se por outro que os refrescos carbonatados puderam ter contribuído à revelação do adenocarcinoma do esófago. A teoria foi baseada nos factores que incluem tendências de tempo similares; refrescos carbonatados ácidos que causam a distensão gástrica que pôde afectar o esófago mais baixo; e associação de refrescos carbonatados com azia na noite, um factor de risco conhecido para o adenocarcinoma esofágico.
“A teoria que os refrescos poderiam causar este cancro foi pegarada pelos media e disseminada extensamente,” disse o autor principal do estudo Susan Mayne de Yale, professor no Departamento da Epidemiologia e da Saúde Pública na Faculdade de Medicina de Yale e o director adjunto do Centro do Cancro de Yale. “Contudo, não houve nenhuma evidência directa a carregar nesta hipótese, até que nós iniciamos nossa análise.”