Os agentes de coloração usados tradicional para manchar tecidos orgânicos são já não suficientes para encontrar necessidades de hoje. O estudo do metabolismo da pilha pode somente avançar com melhores ferramentas do que aqueles actualmente disponíveis.
Tornou-se necessário observar que as coisas menores em umas mais baixas concentrações e em uma destas coisas são o grau de acidez intracelular ou de pH. Todo O organismo trabalha a níveis do pH perto daqueles da água ordinária, mas há determinados processos biológicos que ocorrem em áreas raramente ácidas. Até aqui foi impossível realizar um estudo completo destes processos devido à falta dos instrumentos óptimos com que para medir a acidez. Contudo, isto está começando a mudar. Trabalhando em colaboração com cientistas da Universidade de East Anglia (REINO UNIDO), pesquisadores no Universitat Jaume Eu (UJI) em Castellón, Espanha, desenvolvi uma molécula fluorescente esse pH intracelular das medidas.
A molécula trabalha como um termômetro luminoso em que os bulbos se iluminam acima ou se saem como as mudanças na temperatura ocorrem. Neste caso, a intensidade da luz fluorescente desprendida pela molécula varia de acordo com o nível de acidez da amostra, isto é, mais baixa a acidez, menos a luz é emitido, e vice-versa. A sensibilidade do sensor projetado pelos cientistas no Departamento da Química Inorgánica e Orgânica no UJI varia de pH6 a 4, que é uma metade do ponto do valor da acidez um mais alto os sensores do que precedentes eram capazes da medição.
Uma das vantagens da molécula é que, porque é um pseudoprotein, é compatível com organismos vivos. Para os pesquisadores, a molécula fluorescente é uma ferramenta fundamental para o estudo de determinados processos biológicos associados aos níveis elevados de acidez. Este é o exemplo, por exemplo, dos processos celulares que envolvem o óxido nítrico, um composto que seja ligado a muitos processos fisiológicos tais como o controle da pressão sanguínea e a contracção do músculo de coração.