Em um estudo de quatro anos, os cientistas no Instituto da Investigação do Cancro em Londres e três universidades Britânicas não encontraram nenhuma relação entre o uso regular, a longo prazo dos telemóveis e a glioma, o tipo o mais comum de tumor de cérebro.
Os resultados são executado contrariamente a um estudo mais adiantado do Sueco que sugira que os telefones móveis poderiam levantar um risco para a saúde mais alto aos povos que vivem em áreas rurais porque se emitem uns sinais mais intensos no campo.
O Professor Patricia McKinney, da Universidade de Leeds, diz que não encontraram nenhum risco levantado de tumores ligados com o uso regular do telefone móvel.
O Professor McKinney diz que os resultados eram consistentes com os resultados da maioria de estudos feitos nos Estados Unidos e na Europa.
De acordo com Anthony Swerdlow, um co-autor do relatório, do Instituto da Investigação do Cancro, a avaliação é maior do que alguma dos outros estudos e parte publicados de uma colaboração que envolve 13 países.
O uso de telefones móveis aumentou ràpida no mundo inteiro durante as últimas duas décadas, mas houve pouca evidência para substanciar medos que a tecnologia causa os problemas de saúde que variam das dores de cabeça aos tumores de cérebro.
No REINO UNIDO mais de 4.000 novos casos de tumores de cérebro são diagnosticados todos os anos.
Nos Estados Unidos que a figura é ao redor 20.000.