Que a pesquisa da doença das vacas loucas e da célula estaminal tem na terra comum? Os cientistas do Whitehead Institute encontraram que a mesma proteína que causa condições neurodegenerative tais como a encefalopatia espongiforme bovina (doença das vacas loucas) é igualmente importante para ajudar determinadas células estaminais adultas se mantem.
“Por anos nós quisemos saber porque a evolução preservou esta proteína, que papel positivo poderia possivelmente jogar,” dizemos o Membro Susan Lindquist de Whitehead. Junto com o Membro Harvey Lodish de Whitehead, Lindquist é um co-autor no papel publicado em linha nas Continuações da Academia Nacional das Ciências. “Com estes resultados, nós temos nossa primeira resposta,” diz.
Por mais de dez anos, os pesquisadores souberam que uma proteína chamou a doença das vacas loucas das causas de PrP e seu equivalente humano, doença de Creutzfeld-Jakob. PrP é um prião, uma classe de proteínas que tenha a capacidade incomum para recrutar outras proteínas para mudar sua forma (PrP é estenografia para o “prião protein."). Isto é significativo, porque o formulário de uma proteína determina sua função. Quando um prião deforma, ou “misfolds,” cria uma cascata onde vizinho proteínas que todos supor essa conformação particular. Em alguns organismos, tais como pilhas de fermento, este processo pode ser inofensivo, mesmo benéfico. Mas nos mamíferos, pode conduzir às lesões de cérebro fatais que caracterizam doenças tais como Creutzfeld-Jakob.
Curiosa, contudo, PrP pode ser encontrado durante todo corpos humanos saudáveis, particularmente no cérebro onde é altamente abundante. De facto, encontrou em muitas espécies mamíferas, e somente nas ocasiões as mais raras conduz à doença. Claramente, os cientistas raciocinaram, uma proteína extensamente tão conservada igualmente devem jogar um papel positivo.
Em 1993, os cientistas criaram uma linha de ratos em que o gene que codifica para PrP foi batido para fora, impedindo que os ratos expressem o prião em todos os tecidos. Surpreendentemente, os ratos apareceram muito bem, não mostrando nenhum sinal de todo o efeito doente. A única diferença entre estes ratos e os ratos do controle era que os animais do nocaute eram incapazes da doença neurodegenerative prião-relacionada contratando quando contaminados. Os Pesquisadores souberam então que PrP era necessário para o tipo da vaca louca doenças; qualquer outro tipo da função normal permaneceu desconhecido. (Há, contudo, alguns dados fracos que sugerem aquele em determinadas pilhas cultivadas PrP podem ajudar a impedir a morte celular.)
Chengcheng Zhang, um pesquisador pos-doctoral no laboratório de Harvey Lodish, estudava (sangue que forma) células estaminais hematopoietic no tecido fetal do rato quando descobriu que PrP estêve expressado abundante nas superfícies destas células estaminais. “Eu encontrei que quando não todos os glóbulos com o PrP em sua superfície eram células estaminais, nenhuma pilha que faltasse PrP não era definida uma célula estaminal,” digo Zhang.