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O subtipo do VIH é um predictor melhor do que a carga viral para determinar a morte rápida do AIDS

Published on February 7, 2006 at 7:03 AM · No Comments

Os cientistas de Johns Hopkins dizem que o subtipo do VIH de uma pessoa contaminada é um predictor melhor do que a carga viral para determinar a morte rápida do AIDS.

Os padrões de teste Tradicionais ajudam a monitorar a progressão de uma Infecção pelo HIV ao AIDS mantendo-se a par da carga viral, usando uma escala em que menos de 50 partículas virais pelo mililitro cúbico do sangue são consideradas doença suprimida e uma carga viral de mais de 75.000 partículas pelo mililitro cúbico do sangue significa que a doença progredirá mais ràpida.

Em o que é acreditada para ser a primeira análise do subtipo viral como um predictor da morte do AIDS, que igualmente leva em consideração a carga viral, a equipe de Hopkins encontrou que aquele que tem o subtipo viral D feito uma pessoa com o VIH provavelmente a morrer comparado mais ràpida a uma pessoa com o subtipo A. Dez por cento daqueles contaminada com o subtipo D morreram dentro de três anos, quando nenhuns com subtipo A morreram. Contudo, a carga viral variou de 20.000 partículas pelo mililitro cúbico do sangue a 100.000 partículas pelo mililitro cúbico do sangue naqueles com ambos os subtipos, e não foi encontrada para ser um predictor exacto da morte rápida dentro do mesmo marco temporal.

Os Participantes no estudo vieram da coorte de Rakai, uma população de 12.000 povos em Uganda que estão sendo monitorados para determinar como o VIH espalha durante todo o país. Mais de 300 homens e mulheres recentemente contaminados participaram no estudo, conduzido entre 1995 e 2001, com os 53 que tornam-se contaminados com subtipo A e os 203 contaminados com subtipo D. Uns Outros 70 foram contaminados com uma versão de recombinação de ambos os subtipos. Mesmo que a quantidade de vírus que contamina estes indivíduos fosse aproximadamente a mesma para cada subtipo, os anos médios de sobrevivência para cada subtipo diferiram extensamente: 8,8 anos para A, 6,9 anos para D e 5,8 anos para o ANÚNCIO.

Através das análises de sangue anuais, que eram parte do estudo, o pesquisador soube quando cada pessoa se tornou contaminada. Uma Vez Que o diagnóstico foi confirmado, o ADN usado pesquisadores testa para determinar o subtipo do VIH, o A e o D sendo o mais comum em Uganda.