Os Níveis elevados de educação podem ajudar a defender fora a Doença de Alzheimer, mas igualmente aceleram sua progressão desenvolvida uma vez, revelam a pesquisa no Jornal da Neurocirurgia e do Psiquiatria da Neurologia.
Os resultados são baseados em 312 Nova-iorquinos envelhecidos 65 e mais velho, que foram diagnosticados com Doença de Alzheimer e monitorados por mais de 5 anos.
Todos Os pacientes se submeteram a ao redor quatro avaliações neurológicas, cada qual compreenderam dúzia testes separados da função do cérebro.
A agilidade mental Total diminuiu cada ano entre todos os pacientes. Mas cada ano adicional de educação igualado a uma deterioração adicional de 0,3 por cento.
O nível deste deixa cair era fora particularmente evidente na velocidade de processos e de memória do pensamento.
Era independente da idade, capacidade mental no diagnóstico, ou outro fatora provavelmente para afectar a função do cérebro, tal como a depressão e a doença vascular.
Uma das explicações possíveis para esta que encontra é “teoria da reserva cognitiva”, sugere os autores.
Esta teoria sustenta que a capacidade do cérebro para lidar com a Doença de Alzheimer varia de pessoal. Mas a quantidade de conexões de nervo (neurônios) e os cubos da informação (sinapses) são prováveis ser mais numerosos nos povos que são altamente educados.
Alternativamente, a teoria sugere que mesmo se a quantidade de neurônios e de sinapses é não diferente, as sinapses sejam prováveis ser mais eficientes e/ou os circuitos alternativos sejam prováveis se operar naqueles que são educadas altamente.
Conseqüentemente, o ensino superior (ou a reserva cognitiva mais alta) significam que o cérebro desenvolve a agilidade mental diminuída da doença de Alzheimer mais tarde, porque pode “tolerar” mudanças para mais por muito tempo.
Mas o impacto subseqüente é provável ser maior do que estaria em cérebros menos educados, devido aos níveis mais altos de dano acumulado.
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