Como o prisma de nossos sentidos, o cérebro humano tem maneiras de refratar a entrada sensorial a despeito da realidade.
Isto está visto, por exemplo, no efeito do placebo, quando os adoçantes simples ou as pomadas inertes tomados por assuntos inconscientes são vistos para facilitar a dor ou ter algum outro efeito fisiológico benéfico. Como o cérebro processa esta entrada falsificada e a alerta o corpo a responder é pela maior parte um mistério da neurociência.
Agora, contudo, os cientistas começaram a descascar para trás alguns dos segredos neurológicos deste fenômeno notável e a mostrar como o cérebro pode ser rewired em antecipação à entrada sensorial para responder em maneiras prescritas. Escrevendo na edição actual (1º de março de 2006) do Cérebro, do Comportamento, e da Imunidade do jornal, uma equipe da Universidade de cientistas de Wisconsin-Madison relata os resultados das experiências que retratam o cérebro na acção enquanto duped.
A nova obra, conduzida por uma equipe conduzida pelo professor adjunto de UW-Madison da psicologia e do psiquiatria Jack B. Nitschke, testou a capacidade do cérebro humano para abrandar o gosto hediondo com um truque da antecipação. O trabalho, conduzido nas técnicas de imagem lactente avançadas de utilização Center do cérebro de UW-Madison Waisman e nos engendros de mau gosto do quinino em uma coorte das estudantes universitário, revela em detalhe como o cérebro responde a uma manipulação pretendida abrandar uma experiência desagradável.
“Há um impacto poderoso à expectativa,” diz Nitschke, que, com seus colegas, exps 43 assuntos do universitário às poções do quinino, da água de açúcar ou da água destilada ao se submeter à ressonância magnética (MRI).
Os assuntos, Nitschke explicam, foram pedidos de antemão para associar um grupo prescrito de sugestões com um gosto. “Menos o sinal” piscado através dos óculos de protecção da fibra óptica aos assuntos submeter-se a MRI, por exemplo, era ser um sinal antecipador que um líquido gotejado subseqüentemente na boca teria um gosto muito amargo. Um “zero" sugestão corresponderam com um gosto neutro, e “mais o sinal” com um gosto agradável, açucarado.
As sugestões, de acordo com Nitschke, foram piscadas aos assuntos apenas antes da administração de algumas gotas do líquido. Mas no estudo, as sugestões não combinariam sempre o gosto que foram ditas pressagiar.
Seu grupo observou que quando os assuntos foram dados uma sugestão que sugerisse que o gosto que estavam a ponto de experimentar fosse menos amargo, o gosto estêve percebido como tal, e as regiões do cérebro que os gostos do código foram activados menos.