Um estudo novo reforça o corpo crescente da evidência em disparidades da saúde entre homens e mulheres e pode possivelmente derramar a luz em porque os homens social isolados são mais vulneráveis à doença e à morte do que mulheres isoladas.
O estudo pelas Universidades de Chicago e pelo Wisconsin, encontrou que os ratos fêmeas social isolados que o esforço da experiência tem uma resposta muito mais forte à infecção do que homens similarmente isolados e forçados.
Os pesquisadores sugerem que a resposta forte das fêmeas possa provir das procuras que a maternidade faz nelas.
Conduza o pesquisador Gretchen L. Hermes o da Universidade de Chicago, diga-o que os estudos precedentes têm estabelecido já uma relação entre o esforço e a função imune, mas seu estudo olhado o efeito duradouro que três meses do isolamento que seriam o equivalente do esforço social crônico, e um episódio 30 minuto do esforço físico agudo tiveram na resposta inflamatório, na resposta imune inata do corpo às bactérias, em vírus, e em parasita.
Os autores dizem que encontraram que umas duas a três semanas completas após a sujeição ao isolamento e ao esforço físico agudo, os ratos masculinos mostraram uma resposta cura marcada mais lenta quando injetados com um corpo estrangeiro compararam aos ratos fêmeas.
O estudo Superior autor Martha McClintock, director do Instituto para a Mente e a Biologia na Universidade de Chicago, diz que encontrar é significativo porque a resposta inflamatório é uma resposta imune importante envolvida em muitas doenças, incluindo a doença cardíaca, o cancro, e a doença infecciosa.
Em Noruega da experiência os ratos foram usados porque são umas espécies particularmente sociais de ratos que vivem em grandes colônias de tocas fechadas com a preparação cooperativa, a alimentação e a elevação da prole.
Porque Hermes diz que não são apenas nenhum rato velho mas são particularmente gregárias, especialmente as fêmeas da espécie e removê-la de seu contexto social produz um efeito profundo.