A dissociação no sistema visual entre duas funções separadas - um que nos permite de identificar objetos e os outro para interagir com eles - tem sido demonstrada claramente pela primeira vez em seres humanos saudáveis por pesquisadores na Universidade Hebréia do Jerusalém.
Estas acções visão-relacionadas separadas foram documentadas desde o início do século XX nos pacientes que sofreram dano ao sistema visual em conseqüência da doença ou dos ferimentos em qual ou a outra função - identificação ou acção - foi danificada.
Por exemplo, as pessoas que sofrem da ataxia podem identificar verbal um objeto apresentado a elas mas ter a dificuldade em agarrá-la, quando aquelas que têm a agnosia puderem agarrar um objeto se entregue a elas mas forem incapazes de nomear ou indicar a posição, o tamanho ou a textura do objeto.
Esta dissociação entre a acção e a percepção sugere a existência de dois córregos visuais separados Contudo, apesar da pesquisa larga provocada por este conceito teórico, ele não tinha sido provada nos assuntos em quem ambos os córregos estão funcionando normalmente.
Agora, com o uso da ressonância magnética funcional (fMRI), o Prof. Ehud Zohary e seu aluno diplomado Lior Shmuelof do Departamento da Neurobiologia no Instituto de Alexander Silberman das Ciências da Vida na Universidade Hebréia puderam demonstrar a dissociação entre a percepção dos objetos e as acções nos cérebros de pessoas saudáveis. Um artigo que detalha seus resultados foi publicado como o artigo de capa no Neurônio do jornal.
No artigo, os pesquisadores descritos como podiam observar a dissociação entre testes padrões dorsais e ventral da activação nos cérebros dos participantes que foram mostrados as cenas video dos objetos e das acções dirigidos para aqueles objetos.