A albumina de soro Humana (HSA) é a proteína intravenosa a mais de uso geral no mundo para extremidades terapêuticas. É empregada para estabilizar o volume do sangue e para evitar o risco de um cardíaco de ataque, sua administração nos teatros de funcionamento que são quase uma ocorrência diária.
Está usada para hemorragia, queimaduras, operações cirúrgicas ou quando o paciente mostrar sintomas da má nutrição ou da desidratação, infecções crônicas e doenças renais ou do fígado. O consumo anual na Espanha é aproximadamente 10 toneladas mas, a nível mundial, a procura excede 500 toneladas.
O coordenador Agrícola, Alicia Fernández San Millan, desenvolveu uma técnica nova na Espanha - transformação plastidial, a fim produzir, em um formulário de recombinação, a albumina humana das plantas de tabaco. De acordo com sua tese do PhD, a transformação plastidial é uma alternativa economicamente viável, porque permite o aumento dos níveis de TEM perto entre 10 e 100 vezes, comparadas aos níveis obtidos pela transformação nuclear.
O título do PhD é: “Produção de albumina de soro humana em plantas de tabaco por meio da transformação plastidial”. Deve-se adicionar que esta técnica nova, fruto de PhD da Senhora Fernández San Millan, estêve patenteada a nível do mundo e há já uma empresa interessada na introduzir no mercado.
Uma alternativa eficaz e barata
A albumina Comercial é extraída actualmente do sangue, mas a falta das suficientes reservas para cobrir todas as necessidades mundiais incitou pesquisadores para procurar fórmulas novas para multiplicar esta proteína. Um dos métodos os mais usados foi a obtenção de TEM dos fermentos e das pilhas do mamífero. Contudo, seus custos altos do mercado significaram que estes métodos não são competitivos. Quando o preço na farmácia da albumina produzida usando o plasma for 4 euro pelo relvado, aquele obteve dos custos dos fermentos ou das pilhas do mamífero entre 300 e 4.000 euro pelo relvado. Uma Outra opção trabalhada sobre sobre anos recentes foi a produção de albumina dos vegetais, usando sempre a transformação nuclear.
A novidade nesta pesquisa elevara do método da obtenção do TEM. O sistema plastidial permite a extracção de grandes quantidades de albumina. Com transformação nuclear, o nível máximo obtido é 0,5% da proteína solúvel total da planta, quando a aplicação do sistema plastidial multiplicar esta porcentagem por quatorze (a 7%), alcançando uma média de 0,9 miligramas de TEM pelo relvado do peso fresco da folha.
A chave é o lugar onde o gene na pergunta é depositado. Com o método da transformação nuclear, integra no ADN do núcleo de pilha da folha e, pode assim somente controlar um pequeno número de cópias do gene. Com o sistema plastidial, por outro lado, o gene é introduzido no cloroplastos, onde a fotossíntese ocorre e onde os genomas podem multiplicar até 10.000 vezes.